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Veículos são usados em competições off-road; CBMM e Giaffone Racing desenvolveram utilitário 10% mais leve, resultando em economia de combustível e maior vida útil dos componentes. UTV EXO Nb CBMM/Divulgação A CBMM, empresa de Araxá líder mundial na produção e fornecimento de produtos de nióbio, e a Giaffone Racing, especializada na produção de carros e motores de competição, desenvolveram os primeiros "UTVs" produzidos no Brasil com a tecnologia do nióbio. A sigla UTV vem de "Utility Task Vehicle", em tradução livre para o português, veículo utilitário multitarefas. Esse tipo de carro é usado em competições off-road. Já o nióbio, é um elemento químico usado como liga na produção de aços e quando adicionado na proporção de gramas por tonelada de aço, a liga se torna muito mais forte e maleável. Estrutura do UTV EXO Nb CBMM/Divulgação Graças a adoção de materiais que contam com adição de nióbio os utilitários multitarefas EXO Nb têm estruturas ultra resistentes e são até 10% mais leves que os concorrentes. Com isso, além de atingir maior velocidade em menor tempo, os novos UTVs também apresentam ganhos em resistência e no custo operacional, resultando em economia de combustível e maior vida útil dos componentes. Parceria A parceria teve início com um teste da aplicação de aço microligado com nióbio nos veículos já produzidos pela Giaffone Racing. “A parceria contou com uma intensa troca de tecnologia e conhecimento. A aplicação de produtos de nióbio impactou em uma melhora significativa na performance do veículo”, falou Érico França, analista de desenvolvimento de mercado da CBMM, que acompanhou o desenvolvimento do projeto pioneiro no Brasil. Interior do novo UTV EXO Nb CBMM/Divulgação “O desafio agora é desenvolver a versão híbrida, pois é um mundo totalmente novo para nós e um processo bastante complexo, mas estamos confiantes e empenhados em promover evoluções para o motorsport brasileiro”, disse Zeca Giaffone, diretor da Giaffone Racing. Versões Além da versão de motorização a etanol, a linha Exo Nb conta com uma versão híbrida (etanol e elétrica), o Exo Nb-Hybrid, que será a principal atração tecnológica do Sertões 2021, o maior rally das Américas, que acontece de 12 a 22 de agosto, com largada inédita da praia da Pipa, no Rio Grande do Norte. “Além desta nova linha de UTVs pretendemos ainda incorporar a versão totalmente elétrica ao longo das próximas edições do Sertões, mostrando que podemos sim desenvolver tecnologias no país, com a união de empresas inovadoras e genuinamente brasileiras”, contou Giuliano Michel Fernandes, gerente de marketing e comunicação da CBMM. UTV EXO Nb CBMM/Divulgação VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Volume também é 22,1% maior na comparação com o mesmo mês do ano passado. Produção de motos no Polo Industrial de Manaus fecha fevereiro com alta de 116,4% Gabriel Machado Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) apontam que crescimento de 116,4% na fabricação de veículos em março na comparação com fevereiro. O volume também é 22,1% maior na comparação com o mesmo mês do ano passado (102.865 unidades). Em março foram fabricadas 125.556 motocicletas, enquanto que no mês anterior foram 58.014 unidades. Já em março de 2020, o volume de produção foi 102.865 unidades. Por outro lado, de acordo com a Abraciclo, houve um menor volume de produção nos meses de janeiro e fevereiro, no entanto, devido ao agravamento da crise sanitária na cidade de Manaus, que impactou o desempenho do setor no primeiro trimestre. No acumulado do ano, saíram das linhas de montagem 237.201 motocicletas, o que corresponde a uma queda de 20,3% em relação ao mesmo período do ano passado, que foi de 297.599 unidades. Vendas no varejo Em março, foram licenciadas 62.262 motocicletas, alta de 8,5% na comparação com fevereiro, quando foram emplacadas 57.384 unidades. Em relação ao mesmo mês de 2020, que teve 75.372 unidades comercializadas, houve retração de 17,4%. Com 29.504 unidades e 47,4% de participação no mercado, a Street foi a categoria mais emplacada em março. Na sequência, vieram a Trail (12.273 unidades e 19,7% de participação) e a Motoneta (7.948 unidades e 12,8%). Confira o ranking mensal: No primeiro trimestre, os emplacamentos totalizaram 205.444 unidades, volume 16,8% inferior às 246.848 motocicletas licenciadas no mesmo período do ano passado. As posições no ranking por categorias foram as mesmas apuradas no levantamento mensal: Street, em primeiro lugar, com 98.676 unidades e 48% de participação do mercado, seguida pela Trail (40.088 e 19,5% do mercado) e Motoneta (28.037 unidades e 13,6%). Com 23 dias úteis, a média diária de vendas em março foi de 2.707 motocicletas – é o pior resultado para o mês, desde 2003, que registrou 3.240 emplacamentos/dia. De acordo com levantamento da Abraciclo, na comparação com fevereiro que teve 20 dias úteis, houve queda de 5,6% (2.869 motocicletas emplacadas/dia). Em relação a março do ano passado, com 22 dias úteis, a queda foi de 21% (3.426 emplacamentos diários). Veja os vídeos mais assistidos do Amazonas

Desde o dia 26 de fevereiro trabalhadores estavam em casa por causa da Covid-19. Colaboradores administrativos continuam em regime de home office. Parque Industrial da Mercedes Benz em Juiz de Fora Mercedes Benz/Divulgação As atividades produtivas na Mercedes-Benz foram retomadas em Juiz de Fora nesta segunda-feira (5). A medida foi divulgada pela assessoria da empresa e também vale para a fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Em fevereiro, o G1 mostrou que os trabalhadores entraram de folga no dia 26 do mesmo mês para minimizar a circulação de pessoas por causa da pandemia da Covid-19. De acordo com a Mercedes-Benz, a partir desta segunda, a empresa terá férias coletivas para grupos alternados de funcionários de acordo com o planejamento de cada fábrica. "Teremos um grupo de produção menor mantendo os protocolos de distanciamento, mas continuaremos a atender os nossos clientes com nossos produtos e serviços", informou a nota. Já os colaboradores administrativos continuam em regime de home office. Mercedes-Benz em Juiz de Fora No ano passado, uma audiência pública na Câmara Municipal discutiu a situação da Mercedes-Benz em Juiz de Fora. Um dos motivos para a sessão ser realizada foi o encerramento dos trabalhos da Ford no Brasil. Na ocasião, representantes da empresa sinalizaram que a montadora manteria as atividades no município. De acordo com o Legislativo, o objetivo também foi discutir a manutenção de 830 funcionários diretos e a efetividade da Mercedes-Benz na cidade. Em 2019, o G1 mostrou que houve uma redução dos serviços. VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campo das Vertentes

Serviços na fábrica do Paraná serão suspensos na segunda-feira (29) e, devido ao feriado, retomam somente no dia 5 de abril; cerca de 5 mil funcionários devem parar. Fábrica da Renault em São José dos Pinhais, no Paraná Divulgação A Renault informou, nesta quinta-feira (25), que irá suspender a produção na fábrica de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, a partir de segunda-feira (29), por causa da pandemia da Covid-19. Em nota, a empresa informou que vai paralisar a produção até quinta-feira (1º), mas, devido ao feriado do dia seguinte, sexta-feira (2), os trabalhadores só devem voltar ao trabalho em 5 de abril. A decisão atinge cerca de 5 mil funcionários. Os dias não trabalhados, de acordo com a fábrica, "serão compensados oportunamente". CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias ACOMPANHE: Média móvel de mortes e casos no estado VACINAÇÃO NO PARANÁ: Veja perguntas e respostas Ainda conforme a empresa, somente as atividades essenciais da fábrica, como a manutenção de fornos de fundição de alumínio, linhas de vapor e ar comprimido, que precisam continuar funcionando, serão mantidas. O objetivo, de acordo com a Renault, é contribuir com o isolamento social. A decisão foi alinhada com o Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba, que já havia solicitado medidas como esta. Trabalhadores do setor administrativo devem continuar em home office. A empresa informou que, desde maio de 2020, trabalha com um protocolo de saúde e segurança, contra o coronavírus, nas unidades. Renault paralisa produção em fábrica de São José dos Pinhais por causa da pandemia da Covid-19 Divulgação VÍDEOS: Mais assistidos do G1 PR nos últimos 7 dias Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Segundo entidade, o motivo alegado pela empresa é a falta de peças na produção. A suspensão teria duração de 8 de março a 2 de maio e será levada para apresentação em assembleia nesta terça-feira (2). GM tem cerca de 5 mil empregados na fábrica em São José dos Campos Camilla Motta/ G1 A General Motors (GM) anunciou nesta segunda-feira (1º) um layoff (suspensão temporária de contrato) para 600 trabalhadores da planta de São José dos Campos (SP). A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos. Segundo a entidade, o motivo alegado pela empresa é a falta de peças na produção. A suspensão teria duração de 8 de março a 2 de maio. O sindicato informou que a montadora ressaltou na reunião as vendas no setor seguem aquecidas em 2021. Na terça-feira (2) será feita uma assembleia para apresentar a proposta de layoff feita pela empresa aos funcionários. Como a proposta está em fase inicial, ela ainda não será votada nesta terça, somente apresentada. Uma nova reunião entre o sindicato e a GM irá ocorrer na quarta-feira (3), às 9h. Atualmente, segundo o sindicato, 368 trabalhadores da fábrica já se encontram em layoff. O grupo tem previsão de retorno para 8 de abril. A montadora tem cerca de 3,5 mil trabalhadores e produz o modelo S10 na planta de São José dos Campos. Procurada pelo G1, a GM informou que trabalha para minimizar impactos logísticos causados pela pandemia. Veja nota abaixo: "A cadeia de suprimentos da indústria automotiva na América do Sul tem sido impactada pelas paradas de produção durante a pandemia e pela recuperação do mercado mais rápida que o esperado. Isso tem o potencial de afetar de forma temporária e parcial nosso cronograma de produção. Estamos neste momento trabalhando com fornecedores e sindicato para mitigar os impactos gerados por esta situação", diz a nota. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

No dia 10 de fevereiro vence a 1ª parcela para quem não optou pelo pagamento da cota única. IPVA 2021 em Fortaleza Thiago Gadelha/ SVM Os motoristas que não optaram por pagar a cota única do Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) poderão realizar o pagamento em cinco parcelas. A primeira se vence no próximo dia 10 de fevereiro e a última em 10 de junho deste ano. O IPVA no Ceará teve uma redução média de 4,95% em 2021 em relação ao ano passado, segundo informou a titular da Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz-CE), Fernanda Pacobahyba. Os motoristas que pagaram a cota única até o dia 29 de janeiro tiveram desconto de 5%. Confira o valor do IPVA de todos os veículos Os boletos para pagamento estarão disponíveis para os proprietários de automóveis no site da Secretaria da Fazenda. O documento pode ser obtido também pelo aplicativo "Meu IPVA", disponível gratuitamente nas lojas Play Store (para aparelhos de celular Android) e App Store (aparelhos iPhone). Os boletos podem ser emitidos a partir de 1º de janeiro. Data de pagamento do IPVA 2021 no Ceará Em 2021, mais de 2.25 milhões de veículos serão tributados no Ceará, o que gerará uma arrecadação de R$ 1,12 bilhão. Do montante recolhido, metade vai para os cofres estaduais e a outra metade fica com os municípios nos quais os veículos têm sede Os contribuintes também poderão fazer consultas no aplicativo "Meu IPVA", além de emitir o Certificado de Arrecadação do Estado (DAE), através da plataforma, que está disponível na Play Store e App Store. Alíquotas Alíquota do IPVA 2021Y no Ceará As alíquotas do imposto terão variação de 0,5% a 3,5% a depender do valor total dos veículos. Conforme a Sefaz-CE, a maior parte da frota de veículos do estado tem percentual de alíquota de 3,5%. Além disso, o órgão também informou que motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos, de até 125 cilindradas pagarão a alíquota de 1%, no caso de não possuir infração de trânsito. Já os veículos de grande porte, como ônibus, micro-ônibus, caminhões e veículos de locadoras pagarão 1%. As instituições que farão parte da rede arrecadadora incluem Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco do Nordeste, Bradesco, Santander, Itaú, casas lotéricas e a rede Pague Menos. Terão direito à isenção do IPVA pessoas com deficiência (PcD), assim como proprietários de máquinas agrícolas, táxi, ônibus de transporte urbano e metropolitano, além de veículos com mais de 15 anos de fabricação. Mais caro e mais barato A Ferrari F12 Berlineta é o automóvel com maior valor de IPVA. O total pago de imposto será no valor de R$ 67 mil reais. O valor venal do veículo é de R$ 1,9 milhão, fabricado em 2013, com alíquota de 3,5%, de acordo com a Sefaz-CE. O automóvel tem potência para rodar com velocidade máxima de 340 km/h. Em relação a motocicletas, o modelo com imposto mais caro será da linha Harley-Davidson, fabricada em 2020, com imposto de R$ 5,2 mil, com capacidade para rodar 300 km/h. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 minuto: IPVA Ceará 2021 Arte/G1

Imposto tem 5% de desconto se for pago em cota única, até 29 de janeiro. Boleto do IPVA no Ceará já pode ser emitido e pago; veja como pagar SET-RN/Divulgação Proprietários de veículos do Ceará já podem emitir o boleto e pagar o IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores) relativo ao ano de 2021. A redução média do imposto em relação ao ano anterior é de 4,95%. Os boletos para pagamento estão disponíveis para os proprietários de automóveis no site da Secretaria da Fazenda. O documento pode ser obtido também pelo aplicativo "Meu IPVA", disponível gratuitamente nas lojas Play Store (para aprelhos de celular Android) e App Store (aparelhos iPhone). Confira o valor do IPVA de todos os veículos Pagamento com desconto Data de pagamento do IPVA 2021 no Ceará Os motoristas que pagarem a cota única até o dia 29 de janeiro terão desconto de 5%. Quem optar pelo parcelamento, sem desconto, poderá parcelar em até cinco vezes, sendo a primeira em 10 de fevereiro e a última em 10 de junho. Em 2021, mais de 2.25 milhões de veículos serão tributados no Ceará, o que gerará uma arrecadação de R$ 1,12 bilhão. Do montante recolhido, metade vai para os cofres estaduais e a outra metade fica com os municípios nos quais os veículos têm sede Alíquota do IPVA 2021 no Ceará Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 minuto: IPVA Ceará 2021 Arte/G1

Pela segunda vez, o estado adotará a unificação do pagamento no início do ano. Centro de Teresina durante a pandemia de coronavírus TV Clube A Secretaria de Fazenda do Piauí (Sefaz) divulgou o novo calendário com os valores do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para 2021. Pela segunda vez, o estado adotará a unificação do pagamento no início do ano. O calendário entra em vigor a partir de 1° de janeiro do ano de 2021 e prevê o parcelamento em até 3 vezes. O imposto sobre veículos automotivos passa a vencer no mês de março para todos os contribuintes. Calendário de pagamento IPVA 2021 no Piauí Divulgação/Sefaz-PI O contribuinte que optar por pagar no primeiro mês do ano terá um desconto de 15%. Em fevereiro o abatimento na cota única será de 10%. Quem quiser deixar para pagar só em março a cota única, o desconto será de 5%. Conforme o calendário, o pagamento do IPVA em três cotas só pode ser feito a partir de março. A primeira cota vence no dia 31 de março. As seguintes no dia 30 de abril e 31 de maio. Quem optar pelo pagamento em três cotas não terá direito ao desconto. Já a taxa do Detran para licenciamento de veículos usados deverá ser recolhida até 31 de março de 2021. Pagamentos Caso atrase o pagamento das cotas, o contribuinte pode quitar as parcelas com acréscimo de multa e juros moratórios calculados a partir do vencimento das mesmas. A consulta dos valores por modelo de veículo poderá feita no portal da Sefaz e também no site do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). A alíquota de automóveis é 2,5%, sendo 3% para automóveis com valor acima de 150 mil; 2% para motos e 1% para ônibus e caminhões. VÍDEOS: Confira as notícias mais vistas do Piauí

Secretaria da Fazenda do Ceará anunciou datas de pagamentos do imposto para o próximo ano. Os motoristas poderão realizar consultas e emitir certificado no aplicativo 'Meu IPVA'. IPVA 2021 em Fortaleza Thiago Gadelha/ SVM O IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores) no Ceará terá uma redução média de 4,95% em 2021 em relação a este ano, segundo informou nesta terça-feira (29) a titular da Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz-CE), Fernanda Pacobahyba. Confira o valor do IPVA de todos os veículos Os motoristas que pagarem a cota única até o dia 29 de janeiro terão desconto de 5%. Quem optar pelo parcelamento, sem desconto, poderá parcelar em até cinco vezes, sendo a primeira em 10 de fevereiro e a última em 10 de junho. Os boletos para pagamento estarão disponíveis para os proprietários de automóveis no site da Secretaria da Fazenda. O documento pode ser obtido também pelo aplicativo "Meu IPVA", disponível gratuitamente nas lojas Play Store (para aprelhos de celular Android) e App Store (aparelhos iPhone). Os boletos podem ser emitidos a partir de 1º de janeiro. Data de pagamento do IPVA 2021 no Ceará Em 2021, mais de 2.25 milhões de veículos serão tributados no Ceará, o que gerará uma arrecadação de R$ 1,12 bilhão. Do montante recolhido, metade vai para os cofres estaduais e a outra metade fica com os municípios nos quais os veículos têm sede Os contribuintes também poderão fazer consultas no aplicativo "Meu IPVA", além de emitir o Certificado de Arrecadação do Estado (DAE), através da plataforma, que está disponível no Play Store e App Store. Alíquotas Alíquota do IPVA 2021Y no Ceará As alíquotas do imposto terão variação de 0,5% a 3,5% a depender do valor total dos veículos. Conforme a Sefaz-CE, a maior parte da frota de veículos do estado tem percentual de alíquota de 3,5%. Além disso, o órgão também informou que motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos, de até 125 cilindradas pagarão a alíquota de 1%, no caso de não possuir infração de trânsito;. Já os veículos de grande porte, como ônibus, micro-ônibus, caminhões e veículos de locadoras pagarão 1%. As instituições que farão parte da rede arrecadadora incluem Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco do Nordeste, Bradesco, Santander, Itaú, casas lotéricas e a rede Pague Menos. Terão direito à isenção do IPVA pessoas com deficiência (PcD), assim como proprietários de máquinas agrícolas, táxi, ônibus de transporte urbano e metropolitano, além de veículos com mais de 15 anos de fabricação. Mais caro e mais barato A Ferrari F12 Berlineta é o automóvel com IPVA. O total pago de imposto será no valor de R$ 67 mil reais. O valor venal do veículo é de R$ 1,9 milhão, fabricado em 2013, com alíquota de 3,5%, de acordo com a Sefaz-CE. O automóvel tem potência para rodar com velocidade máxima de 340 km/h. Em relação a motocicletas, o modelo com imposto mais caro será a linha Harley-Davidson, fabricada em 2020, com imposto de R$ 5,2 mil, com capacidade para rodar 300 km/h. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 minuto: IPVA Ceará 2021 Arte/G1
De acordo com a instituição, crédito para veículos bateu recorde e operações com cartão de crédito à vista voltaram ao patamar pré-pandemia. O crédito bancário para a aquisição de veículos por pessoas físicas atingiu em outubro o maior valor da série histórica, iniciada em 2011, informou nesta sexta-feira (27) o Banco Central. Outro dado divulgado pela instituição foi que as operações com cartão de crédito à vista voltaram ao patamar de fevereiro, antes da pandemia de Covid-19 chegar ao país. Com o bom desempenho também do crédito consignado para aposentados (veja mais abaixo nessa reportagem), o volume total de empréstimos para pessoas físicas subiu, pela primeira vez neste ano, mais do que o crédito para as empresas - que registrou desaceleração em outubro, com a proximidade do fim das linhas emergenciais garantidas pelo governo. Veículos Segundo o Banco Central, as concessões de novos empréstimos para compra de veículos somaram R$ 12,248 bilhões no mês passado. O volume total de crédito concedido por meio dessa modalidade, em mercado (em estoque), atingiu a marca de R$ 212,138 bilhões - também o maior valor já registrado pelo Banco Central. "Concessões se reduziram e tiveram um piso, o valor mais baixo, em abril, quando as lojas estavam fechadas [por conta da pandemia do coronavírus]. Na compra de carro novo e usado, o cliente vai olhar o carro, testar e não pôde fazer. Depois que as lojas começaram a reabrir, teve um aumento disso", disse o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha. Ele observou que a produção industrial de veículos também tem subido de forma pronunciada nos últimos meses, após forte queda no segundo trimestre. A taxa de juros média cobrada pelos bancos na compra de veículos subiu de 18,6% ao ano em setembro para 18,9% ao ano em outubro, segundo números do BC. Ainda assim, está abaixo da média deste ano, que é de 19,3% ao ano. Locadoras de carros não estão conseguindo atender a demanda, por falta de veículos novos Cartão de crédito à vista No caso do cartão de crédito à vista, os números do BC mostram que as concessões de novas operações somaram R$ 93,789 bilhões em outubro, o maior volume desde janeiro (R$ 94,443 bilhões). Já o volume total de crédito em mercado atingiu R$ 201,596 bilhões, o mais alto desde fevereiro deste ano (R$ 202,555 bilhões), retornando, assim, ao patamar pré-crise. Segundo Rocha, do Banco Central, o cartão de crédito à vista é um indicativo do nível de consumo na economia brasileira. "Essas operações são em geral aquelas que você faz para as despesas do mês. Vai no supermercado, o pagamento faz no próximo mês. Mas o cartão de crédito à vista também deve estar tendo compras virtuais, que subiram muito. Desde o final do primeiro semestre, tem uma recuperação consistente nos gasto com cartão de crédito a vista, o que indica uma volta à uma maior normalização da vida", avaliou Rocha. Ele notou que há vários indicadores que mostram uma maior mobilidade nos últimos meses. No cartão de crédito à vista, não há incidência de juros, que só são cobrados quando o cliente não paga o valor integral da fatura. Consignado para aposentados De acordo com o Banco Central, as novas concessões de crédito consignado (com desconto na folha de pagamentos) para aposentados somou R$ 12,273 bilhões em outubro, com forte alta de 54% na comparação com a média dos nove primeiros meses deste ano (R$ 7,957 bilhões). Com isso, o volume total de crédito em mercado, nessa modalidade, passou para R$ 155,803 bilhões, novo recorde. De acordo com Fernando Rocha, a alta está associada ao aumento da margem para esse tipo de empréstimos em cinco pontos percentuais. Com a alteração, subiu de 35% para 40% da renda do aposentado o limite para esses empréstimos, além de outros 5% para usar cartão de crédito na modalidade saque (patamar que foi mantido). O novo limite valerá para empréstimos concedidos até 31 de dezembro. "É possível que [o aposentado] faça uma rediscussão de sua dívida tendo acesso a um crédito adicional [pagando o crédito mais caro com os recursos buscados nessa modalidade, que têm juros mais em conta]. Vão pagando suas dívidas do passado, e com seu aumento, podem ser estimulados a pegar mais crédito", disse o chefe de Departamento do Banco Central. A taxa média de juros nas operações com crédito consignado de aposentados foi de 21,8% ao ano em outubro, contra 20,3% ao ano em setembro. VÍDEOS: últimas notícias de economia

Em junho, Prefeitura de São Bernardo já havia anunciado a venda do espaço por R$ 550 milhões, mas empresas negaram na ocasião. Fábrica atuou por 52 anos na produção de veículos na cidade e foi vendida para a Construtora São José e FRAM Capital. Antiga fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, que encerrou as atividades em 30 de outubro de 2019 André Paixão/G1 A Ford informou neste sábado (31) que concluiu a venda da fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, um ano após encerrar a produção de veículos naquela unidade. Em nota, a companhia afirmou que, entre os potenciais compradores, priorizou durante a seleção os projetos que melhor atendessem as necessidades da região, comemorou a transação e agradeceu aos envolvidos no negócio. “Estamos muito felizes em concluir essa transação com a Construtora São José e com a FRAM Capital, empresas conceituadas e com ampla experiência em seus segmentos de atuação, que contribuirão com a geração de empregos e o desenvolvimento de São Bernardo do Campo”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul. A Construtora São José é especializada em empreendimentos logísticos e a FRAM Capital é uma empresa com experiência em gestão de recursos. A fábrica da Ford fechou há um ano, depois de 52 anos atuando na produção de veículos em São Bernardo do Campo. Foto de arquivo tirada em 2016 mostrou carros novos da Ford estacionados em pátio da fábrica em São Bernardo do Campo REUTERS/Paulo Whitaker De acordo com a marca, a decisão era "um importante marco no retorno à lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul" e incluiu outras medidas, como uma aliança com a Volkswagen para desenvolvimento de veículos em conjunto. Na ocasião, o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB), disse ter ficado surpreso com o anúncio, e qualificou a medida como "covarde". A fábrica da Ford empregava 2.350 funcionários e, desses, apenas mil, que são da área administrativa, foram mantidos. A montadora tem outras duas unidades no país: a de Camaçari, na Bahia, e a de Taubaté, no interior de São Paulo. Há ainda um campo de provas em Tatuí, também no estado paulista, onde carros são testados. A Prefeitura de São Bernardo do Campo fez um acordo com a General Motors, dona da Chevrolet, para contratação prioritária dos funcionários dispensados pela Ford. Ford encerra produção na fábrica de São Bernardo do Campo Histórico da negociação Antes de fechar a fábrica em outubro de 2019, a Ford há havia anunciado, meses antes, que tomaria esta medida. O governo do estado e a Prefeitura de São Bernardo tentaram ajudar na venda, pois, além do desemprego, as estimativas eram de que a arrecadação do município reduzira em R$ 18,5 milhões por ano. No ano passado, o Grupo Caoa demonstrou interesse, mas decidiu investir na implantação de uma nova fábrica de automóveis no estado. Em junho deste ano, a Prefeitura de São Bernardo chegou a anunciar que fábrica já havia sido vendida por R$ 550 milhões nesta para a Construtora São José, que negou na ocasião e mas se posicionou como potencial compradora. Produção do Ford Corcel em São Bernardo do Campo, em 1971 Divulgação Antigo berço de Willys A unidade do ABC era uma das fábricas de veículos mais antigas do Brasil. Antes de ficar nas mãos da Ford por mais de cino décadas, ela foi idealizada e construída pela extinta Willys-Overland do Brasil. A inauguração foi em 1954, com a produção do Jeep Willys. Em 1967, a Ford comprou a Willys, e assumiu a fábrica de São Bernardo. Além da unidade, a empresa do oval azul terminou o desenvolvimento do Corcel, o primeiro Ford a ser produzido ali, no ano seguinte. Depois dele, vieram diversos outros modelos conhecidos, como Ka, Escort, Maverick, Del Rey, Verona e Pampa, todos montados no espaço, que fica separado por uma cerca de outra fabricante, a Mercedes-Benz. Em 2001, a Ford inaugurou a fábrica de Camaçari, transferindo quase toda a produção de automóveis para o local. Em contrapartida, São Bernardo recebeu a linha de caminhões, vinda da extinta unidade do Ipiranga, na capital paulista. Em 2011, G1 mostrou como nasce um carro dentro na fábrica de São Bernardo. G1 mostra como nasce um carro Vídeos: Tudo sobre São Paulo e Região Metropolitana

Benefícios para quem aderiu ao PDV vão de salários adicionais até um carro, dependendo do tempo de fábrica. Fábrica da GM em São José dos Campos Camilla Motta/ G1 O Programa de Demissão Voluntária (PDV) aberto pela General Motors em São José dos Campos (SP) teve a adesão de 60 funcionários. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos. O PDV foi aberto no dia 16 de outubro e encerrado nesta segunda-feira (26). Foi o segundo pacote de demissões da empresa, que em setembro fez desligamentos na planta em São José - o programa anterior teve adesão de 235 trabalhadores, segundo a entidade. A GM não divulgou meta para os PDV's. O conjunto de ofertas feito pela montadora foi de salários adicionais, extensão do convênio médico e até um carro, dependendo do tempo de casa do funcionário que aderisse. A GM não quis comentar o caso. Veja abaixo a tabela oferecida no PDV: 1 a 3 anos de fábrica: sem benefícios. 4 a 10 anos: 3,5 salários + 12 meses de convênio médico. 11 a 13 anos: 4 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 14 a 16 anos: 4,5 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 17 a 19 anos: 5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 20 a 22 anos: 5,5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 23 a 25 anos: 6 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. Acima de 26 anos: 7 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico Layoff De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, entre os dias 19 e esta segunda-feira (26), 246 funcionários que estavam em layoff (suspensão dos contratos de trabalho), retornaram ao trabalho. Eles estavam afastados desde março. Segundo a entidade, ainda há 800 trabalhadores em regime de layoff. A fábrica da GM em São José dos Campos produz os modelos S10 e Trailblazer e, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, tem cerca de 3.600 trabalhadores. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região

A Nissan lançou no dia 28 de outubro o novo modelo, que chega com um design mais robusto, muito mais conforto, moderno e repleto de novidades em seu pacote de benefícios. Reveja seus conceitos sobre um sedan: prepare-se para conhecer o Novo Nissan Versa Divulgação Para dar um novo passo na evolução da tecnologia, o projeto começou ouvindo quem mais conhece o Versa: os consumidores. A partir dessas avaliações, os engenheiros da marca receberam a missão de fazer uma reformulação total no veículo. A intenção é mudar os conceitos sobre um sedan. O que se pode esperar, então, do Novo Nissan Versa? Mesmo antes do lançamento, já dá para saber uma série de detalhes. Os pilares que tornam a Nissan reconhecida por sua excelência vão estar presentes no novo modelo. A começar pela tecnologia japonesa de ponta. Assim como todos os outros veículos da marca, o Novo Nissan Versa conta com itens tecnológicos que tornam o dia a dia muito mais prático e seguro. Também estão presentes neste lançamento o conforto e a comodidade que fazem das viagens em um Nissan uma experiência prazerosa. Sem falar no visual inconfundível, responsável por destacar os veículos da montadora. Supere expectativas Mas o Novo Nissan Versa vai além. Os consumidores pediram, e o novo modelo ficou muito mais moderno. Ele é um marco entre os sedans porque, com sua tecnologia japonesa, conta com o melhor pacote de benefícios, itens de série e features exclusivos da categoria. Ou seja: o motorista e os passageiros terão ainda mais segurança e conforto em suas viagens, em um veículo com incrível desempenho e com design robusto. Quer saber mais? Acesse!
Texto prevê CNH com até 40 pontos para alguns motoristas e estende validade do documento. Bolsonaro vetou restrições à circulação de motos. Bolsonaro sanciona lei que altera Código de Trânsito O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (13), com vetos, a lei que faz alterações no Código de Trânsito Brasileiro, informou a Secretaria-Geral da Presidência. Entre outras mudanças, o projeto amplia a validade e o número de pontos da carteira de habilitação (veja detalhes abaixo). O texto foi publicado no "Diário Oficial da União" na madrugada desta quarta-feira (14). As novas regras entrarão em vigor 180 dias após a publicação da lei. Os trechos retirados por Bolsonaro serão reanalisados pelo Congresso Nacional, que pode restaurar as medidas ou derrubá-las em definitivo. A Câmara aprovou a versão final do projeto no último dia 22, e Bolsonaro tinha até esta quarta para concluir a análise. Uma das principais mudanças feitas no Congresso prevê que em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista embriagado, mesmo que sem intenção, a pena de reclusão não pode ser substituída por outra mais branda, que restringe direitos. Atualmente, a legislação diz que a prisão pode ser substituída por penas restritivas de direitos se o crime for culposo (sem intenção). Dessa forma, se um motorista embriagado ou sob efeito de drogas pratica lesão corporal e até homicídio, a condenação pode ser convertida em uma pena alternativa. Pontos da proposta original enviada pelo governo, como a retirada da multa para quem transportar criança sem a cadeirinha, nem chegaram a ser aprovados por deputados e senadores. O projeto foi tratado como prioridade pelo governo. Em junho do ano passado, o próprio presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente à Câmara para entregar o texto. Validade da CNH O texto sancionado amplia o prazo para a renovação da CNH e dos exames de aptidão física e mental, de acordo com as seguintes situações: 10 anos para condutores com menos de 50 anos; 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos; 3 anos para condutores com 70 anos ou mais. O texto prevê, ainda, que, em caso de indícios de deficiência física ou mental ou de progressividade de doença que diminua a capacidade de condução, o perito examinador pode diminuir os prazos para a renovação da carteira. Atualmente, o Código de Trânsito prevê a renovação a cada cinco anos para a maioria dos motoristas e a cada três anos para condutores com mais de 65 anos. O texto enviado pelo governo previa a renovação dos exames a cada 10 anos e, para pessoas acima de 65 anos, a cada cinco anos. Pontos na CNH O projeto também prevê limites diferentes de pontuação na carteira de motorista, antes da suspensão, no prazo de 12 meses: 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima; 30 pontos para quem possuir uma gravíssima; 20 pontos para quem tiver duas ou mais infrações do tipo. Os motoristas profissionais terão 40 pontos de teto, independentemente das infrações cometidas. Esses condutores podem participar de curso preventivo de reciclagem quando atingirem 30 pontos. A legislação atual prevê a suspensão da carteira sempre que o infrator atingir 20 pontos. O projeto original do governo previa uma ampliação geral, de 40 pontos para todos os motoristas, independentemente da vinculação por infração criada pelo relator. Restrições para motos foram vetadas Em uma transmissão em rede social, Bolsonaro comentou a versão da lei que foi aprovada no Congresso e antecipou veto às regras que restringiam a circulação de motociclistas. "Está no projeto, nós vetamos, que o motociclista apenas pudesse ultrapassar com filas, carros parados e baixa velocidade. Nós vetamos isso. Continua valendo uma velocidade maior para o motociclista poder seguir destino", declarou. "Algumas coisas foram alteradas [no Congresso]. Não era aquilo que nós queríamos, mas houve algum avanço. Com toda a certeza, ano que vem a gente pode apresentar um novo projeto buscando corrigir mais alguma coisa. A intenção nossa é facilitar a vida do motorista", disse. LEIA TAMBÉM: App da CNH digital vai permitir pagamento de multas com desconto CNH, cadeirinha, farol: veja mudanças aprovadas e que vão à sanção de Bolsonaro Avaliação psicológica de condutores Segundo material divulgado pelo governo, Bolsonaro também vetou a exigência de avaliação psicológica de parte dos condutores nos seguintes casos: motorista envolvido em acidente grave para o qual tivesse contribuído; motorista condenado judicialmente por delito de trânsito; motorista flagrado colocando em risco a segurança do trânsito Outras mudanças Cadeirinha O projeto aprovado determina também a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 m de altura. A cadeirinha deve se adequar à idade, peso e altura da criança. Pelo texto, o descumprimento desta regra ocasionará uma multa correspondente a uma infração gravíssima. A proposta original do governo previa que a punição para o descumprimento fosse apenas uma advertência por escrito, sem a multa. Pela proposta do Executivo, endurecida pelo relator, a cadeirinha seria necessária para crianças de até 7 anos e meio. Exames toxicológicos Sobre a renovação da carteira de habilitação, o texto também mantém a obrigatoriedade de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E. O fim da obrigatoriedade do exame era um dos pontos polêmicos do texto e foi alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas ao setor. Segundo a proposta, quem tem idade inferior a 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame. Recall O projeto torna o recall das concessionárias – convocação de proprietários para reparar defeitos constatados nos veículos – uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento. Segundo o relator, são frequentes os casos de descumprimento do procedimento, colocando em risco a segurança dos condutores desses veículos e de outras pessoas. Cadastro positivo A proposta cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), em que serão cadastrados os condutores que não tenham cometido infração de trânsito sujeita a pontuação nos últimos 12 meses. O cadastro positivo vai possibilitar que estados e municípios concedam benefícios fiscais e tarifários aos condutores cadastrados. Inicialmente, o relatório previa que, na Semana Nacional de Trânsito, comemorada em setembro, haveria um sorteio no valor de 1% do montante arrecadado com as multas para premiar os motoristas do cadastro. Contudo, o deputado Juscelino Filho retirou essa parte ao acolher uma emenda de plenário. Escolas de trânsito O projeto prevê a criação de “escolas públicas de trânsito” para crianças e adolescentes com aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e comportamento no trânsito. Consulta pública As propostas de normas regulamentares a serem editadas pelo Contran deverão ser submetidas a consulta pública antes da entrada em vigor. O objetivo é dar mais transparência às decisões do conselho. Multas administrativas O parecer propõe a isenção de pontos na carteira de motorista em algumas situações de infrações de natureza administrativa, por exemplo: conduzir veículo com a cor ou característica alterada; conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório; portar no veículo placas em desacordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo Contran; deixar de atualizar o cadastro de registro do veículo ou de habilitação do condutor. Penalidade de advertência O texto define, ainda, que para infrações leves ou médias deve ser imposta a penalidade de advertência por escrito, em vez de multa, se infrator não tiver cometido nenhuma outra infração nos últimos 12 meses. Atualmente, a legislação já permite essa possibilidade se a autoridade de trânsito "entender esta providência como mais educativa" e desde que o motorista não tenha cometido a mesma infração nos últimos 12 meses. Faróis O texto determina a obrigatoriedade de manter os faróis acesos durante o dia, em túneis e sob chuva, neblina ou cerração, e à noite. O Senado fez uma alteração, mantida na Câmara, para restringir a obrigatoriedade do uso de faróis baixos durante o dia em rodovias de pista simples apenas àquelas situadas fora dos perímetros urbanos. Ao acolher essa mudança, Juscelino Filho diz que o uso de faróis nas cidades "poderia ter efeito contrário, ao equiparar todos os demais veículos aos ônibus e às motos, que hoje já são obrigados a transitar com farol acesso, para serem diferenciados e melhor percebidos no trânsito urbano." Veja outros pontos do projeto: Reprovação de exame: o projeto revoga dispositivo que determinava que o exame escrito sobre legislação de trânsito ou de direção veicular só poderia ser refeito 15 dias depois da divulgação do resultado, em caso de reprovação; Capacete sem viseira: a proposta altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira - o que, atualmente, é considerado infração gravíssima. O não uso de viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média; Aulas à noite: o projeto também retira a obrigatoriedade de que parte das aulas de direção sejam feitas à noite; Policiais legislativos: texto prevê que os policiais legislativos da Câmara dos Deputados e do Senado, mediante convênio com o órgão ou entidade de trânsito local, poderão autuar os motoristas em caso de infração cometida nas adjacências do Congresso Nacional quando estiverem comprometendo os serviços ou colocando em risco a segurança das pessoas ou o patrimônio do Legislativo. Os autos de infração serão encaminhados ao órgão competente. VÍDEOS: Tudo sobre política no Brasil e no mundo

Segundo Polícia Rodoviária Federal, se comparado com feriadão de 7 de setembro, que teve mesma quantidade de dias, número de acidentes e de feridos foi maior. Já número de mortos caiu 22,6%. PRF divulga balanço de operação nas estradas do Sul do RJ Polícia Rodoviária Federal Durante o feriadão de Nossa Senhora Aparecida, de 9 a 12 de outubro, 75 pessoas morreram em acidentes nas estradas federais que cortam o país. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram registrados 973 acidentes "causados, principalmente, pelo comportamento do condutor", diz a corporação. O balanço da PRF, divulgado durante a tarde desta segunda-feira (13), mostra que 248 desses acidentes foram classificados como graves e que 1.165 pessoas ficaram feridas. De acordo com a corporação, não é possível estabelecer uma comparação com o mesmo período de 2019, já que o feriado passado caiu em um sábado. No entanto, se comparado com o feriadão de 7 de setembro, que teve a mesma quantidade de dias, o número de acidentes e de feridos foi maior agora. Já o número de mortos é menor, houve uma queda de 22,6% (veja tabela abaixo). A PRF ainda não comentou quais foram as causas que fizeram o número de acidentes e feridos aumentar e as mortes reduzirem. Balanço PRF – 2020 Outras infrações Durante a operação, a Polícia Rodoviária Federal autuou motoristas e motociclistas por várias infrações. Entre elas: 4,8 mil atuações por não uso do cinto de segurança, de motoristas ou passageiros 1 mil pessoas, entre condutores e garupas de motocicletas, sem capacete 6 mil ultrapassagens proibidas 268 motoristas flagrados ao usar o celular enquanto dirigiam 6,2 mil testes do bafômetro 783 motoristas flagrados dirigindo sob efeito de álcool No Distrito Federal, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 39 acidentes em rodovias que cortam a capital. Ao todo, 44 pessoas ficaram feridas e duas morreram. Álcool ao volante no feriadão Feriado de N. Senhora Aparecida termina com 39 acidentes no DF, diz PRF Criminalidade PRF prende seis condutores embriagados durante o feriadão Além das ações preventivas de segurança, 537 pessoas foram detidas pela Polícia Rodoviária Federal, entre 9 e 12 de outubro, "por diversos crimes". Entre eles, 112 foram crimes de trânsito. "Durante o feriadão, foram recuperados 92 veículos e apreendidas 1,5 tonelada de maconha e 64 kg de cocaína nas rodovias federais", disse a PRF. VÍDEOS: mais vistos do G1 Carros Leia outras notícias da região no G1 DF.

Informação é do Sindicato dos Metalúrgicos. Pacote de demissão é o segundo aberto este ano, depois da adesão de mais de 200 funcionários ao último PDV, em setembro. GM anuncia novo PDV na planta de São José dos Campos Camilla Motta/ G1 A General Motors, de São José dos Campos, vai abrir um novo Plano de Demissão Voluntária (PDV) para todos os setores da planta. A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Metalúrgicos nesta terça-feira (6). Além do PDV, a empresa anunciou a retomada do segundo turno da produção da S10, que estava com os funcionários em layoff. Este é o segundo pacote de demissões da empresa, que em setembro fez desligamentos na planta em São José. De acordo com a entidade, o pacote desta vez se estende para todos os setores da fábrica e tem como benefícios salários adicionais, extensão do convênio médico e um carro. Os valores variam de acordo com o tempo de trabalho na empresa (veja a tabela abaixo). A medida foi adotada pela empresa, segundo o sindicato, como forma de readequação da produção. No fim de setembro, mais de 200 funcionários aderiram ao plano de demissão. O sindicato não informou qual a meta de adesão da empresa. O PDV vai ficar aberto de 16 a 26 de outubro. Veja abaixo a tabela oferecida no PDV: 1 a 3 anos de fábrica: sem benefícios; 4 a 10 anos: 3,5 salários + 12 meses de convênio médico; 11 a 13 anos: 4 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico; 14 a 16 anos: 4,5 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico; 17 a 19 anos: 5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico; 20 a 22 anos: 5,5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico; 23 a 25 anos: 6 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico; Acima de 26 anos: 7 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. Layoff A empresa estava mantendo cerca de 300 funcionários em layoff (suspensão dos contratos de trabalho) na planta, com a suspensão do segundo turno da produção da S10. De acordo com o sindicato, em reunião com a entidade a GM decidiu pela retomada da produção. A empresa está com trabalhadores em layoff desde abril. A medida vem sendo estendida e, segundo acordo feito com os funcionários, poderia ser prorrogado até abril de 2021. Os trabalhadores devem voltar ao trabalho ainda nesta semana, segundo o sindicato. O que diz a GM Procurada pelo G1, a General Motors informou que "vem tomando uma série de medidas para, nesta ordem, proteger a saúde e segurança de seus empregados, fornecedores e parceiros, preservar empregos e garantir a sustentabilidade do negócio" e confirmou que o PDV será abertona planta de São José dos Campos. De acordo com a empresa, um PDV já foi aberto na unidade de São Caetano do Sul e a montadora "vem utilizando mecanismos como redução de custos, postergação de investimentos, banco de horas, férias coletivas, redução de jornada com redução salarial e Layoff". Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
Prazo se encerrou em 30 de junho. Proposta aprovada amplia até 31 de outubro e segue agora para o Senado, onde precisa ser analisada até 27 de outubro para virar lei em definitivo. A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (29) medida provisória que estende o prazo de para que empresas automotivas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste se candidatarem a um incentivo fiscal voltado ao desenvolvimento regional. Pelo projeto aprovado, as empresas têm até 31 de outubro deste ano para apresentar projetos que contemplem novos investimentos e pesquisa para serem beneficiadas com o crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O prazo anterior se encerrou em 30 de junho deste ano. O crédito serve para ressarcir essas companhias das contribuições para o PIS-Pasep e Cofins, em relação a vendas ocorridas entre 2021 e 2025. A matéria seguirá agora para o Senado, onde precisará ser aprovada até 27 de outubro. Por se tratar de uma medida provisória, o texto tem validade de 120 dias, mas precisa de aprovação nas duas Casas para virar lei em definitivo. Desenvolvimento regional Lei de 1997 estabeleceu o Regime Automotivo para o Desenvolvimento Regional, com incentivos fiscais para as empresas instaladas nessas regiões que sejam montadoras de veículos automotores ou fabricantes de autopeças. As empresas habilitadas precisam apresentar projetos com programação de investimentos e pesquisas para o desenvolvimento de produtos ou de novos modelos de produtos que já existem. Antes do envio da MP, o prazo para a entrega desses projetos era 30 de junho deste ano. O governo argumentou, porém, que a pandemia do coronavírus atrasou a regulamentação da prorrogação do incentivo. "Entende-se necessária a prorrogação do prazo para conclusão da regulamentação da Lei, e para que, após a publicação de decreto regulamentador, as empresas tenham prazo adequado para elaborar e apresentar seus projetos", dizia a justificativa. A proposta enviada pelo Executivo prorrogava o prazo até 31 de agosto deste ano. O relator da matéria, deputado André de Paula (PSD-PE), decidiu estender o período em mais dois meses porque, para ele, ainda não há um "cenário claro" da duração da pandemia. Extensão do benefício Outra mudança feita pelo relator é a permissão para que empresas na região Centro-Oeste também tenham direito ao benefício até o fim de 2025. Atualmente, o incentivo fiscal na região vale até o fim de 2020. O relator argumenta que a legislação de 1997 já incluía as empresas do Centro-Oeste, embora nenhuma indústria nessa região tenha se habilitado no programa. Porém, em 1999, nova lei foi editada com o mesmo propósito, com prazo mais curto — até o fim deste ano. "Consideramos que haveria uma incontornável assimetria e verdadeira quebra da isonomia tributária se o regime vigente para as indústrias do Centro-Oeste viesse a se encerrar em 31 de dezembro de 2020, enquanto os empreendimentos das regiões Norte e Nordeste tiveram seus benefícios assegurados até 31 de dezembro de 2025", argumentou o relator. Inicialmente, o prazo dos dois programas era o mesmo, em 2010, mas houve duas prorrogações até o fim deste ano. Uma terceira prorrogação, porém, não contemplou os benefícios fiscais da indústria automotiva do Centro-Oeste. Para se adequar à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o relator teve que propor uma compensação para a renúncia de receita, que será de R$ 150 milhões anuais, segundo dados da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia. Com isso, entre 2021 e 2025, será cobrado o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, e Relativas a Títulos e Valores Mobiliários (IOF) sobre as operações de crédito praticadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Crédito extraordinário Os deputados também aprovaram na sessão desta terça-feira duas medidas provisórias que destinam crédito extraordinário para os ministérios da Economia e da Saúde. As matérias ainda precisam passar pelo Senado. Uma das MPs destina R$ 20 bilhões para garantir operações de crédito a pequenas e médias empresas no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito, criado por MP anterior. A iniciativa serve para mitigar os impactos socioeconômicos da pandemia. Outros R$ 4,5 bilhões foram abertos em favor do Ministério da Saúde para o enfrentamento da pandemia provocada pela Covid-19. Segundo a MP, por meio do Fundo Nacional de Saúde, os recursos possibilitarão, entre outros pontos, a transferência de recursos a estados e municípios para custeio dos serviços de saúde e o custeio de bolsas ou bonificação a estudantes universitários da área da saúde e médicos residentes que atuarão no Sistema Único de Saúde (SUS). [ Vídeos Veja abaixo vídeos com as últimas notícias de economia.

Segundo empresa, medida tem objetivo de ajustar níveis de produção à desaceleração do mercado, causada pela pandemia da Covid-19. Ford anuncia programa de Demissão Voluntária para trabalhadores que atuam na Bahia A Ford anunciou um Programa de Demissão Voluntária (PDV) na fábrica localizada na cidade de Camaçari, que fica na região metropolitana de Salvador, com o objetivo de ajustar os níveis de produção à desaceleração do mercado, causada pela pandemia da Covid-19. Veja gráfico de casos e mortes em Camaçari desde o início da pandemia De acordo com a empresa, as inscrições para os funcionários que quiserem aderir ao programa de demissão voluntária começam na quinta-feira (1º). Ainda não há prazo para término. Além disso, a empresa estabeleceu extensão do layoff, medida que suspende contratos de trabalho, até 31 de dezembro deste ano. A Ford informou que o PDV é voltado para os empregados da área de produção e ainda não tem detalhes de quantas demissões estão previstas. A abertura do programa foi feita através de um acordo da empresa com o Sindicato dos Metalúrgicos. Segundo o presidente do sindicato, Júlio Bonfim, o trabalhador que aderir ao programa de demissão ganhará um bônus de até R$ 93 mil, além das verbas rescisórias previstas na legislação: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), multa de 40% em cima do FGTS, 13º salário proporcional, férias e o direito de dar entrada no seguro desemprego. "Há uma redução de produção, caiu para 136 mil carros, isso de certa forma tencionou a Ford abrir esse programa. A produção já está abaixo de dois turnos", explicou Júlio. De acordo com Júlio, atualmente, há cerca de 10 mil trabalhadores no total, dividido nos setores operacionais e em autopeças. Ainda segundo o sindicato, os trabalhadores que aderirem ao PDV e quiserem comprar um carro das marca vão ter desconto. Vão ser disponibilizados 800 carros até o mês de dezembro. Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Ford iniciará Programa de Demissão Voluntária na fábrica de Camaçari, na região metropolitana de Salvador Reprodução/TV Bahia Assista aos vídeos do Bahia Meio Dia
Montadora fará doações para ex-funcionários que foram alvo de perseguições e para iniciativas que preservam a memória histórica. Relatório de 2017 apontou que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica no ABC paulista. Volkswagen faz acordo com MPF para reparar violações dos direitos humanos durante ditadura A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (23) um acordo com o Ministério Público Federal em São Paulo para reparar sua conduta durante a ditadura no Brasil. Com isso serão encerrados três inquéritos civis que tramitam desde 2015 para investigar o assunto. O cumprimento será em janeiro de 2021. No Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a montadora se compromete a doar R$ 36 milhões para iniciativas ligadas à defesa de direitos humanos, investigação de crimes da época e à memória histórica. Parte desse montante (R$ 16,8 milhões) irá para a associação de trabalhadores da empresa, visando, principalmente, "ex-trabalhadores da Volkswagen do Brasil - ou seus sucessores legais - que manifestaram terem sofrido violações de direitos humanos durante a ditadura", disse a companhia. Um relatório de 2017, feito por um historiador alemão a pedido da empresa, apontou que a Volkswagen 'foi leal' ao governo militar e que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). "Com este acordo, a Volkswagen quer promover o esclarecimento da verdade sobre as violações dos direitos humanos naquela época", comunicou a montadora alemã, que afirmou ser "a primeira empresa estrangeira a enfrentar seu passado de forma transparente" durante a ditadura. “Lamentamos as violações que ocorreram no passado. Estamos cientes de que é responsabilidade conjunta de todos os atores econômicos e da sociedade respeitar os direitos humanos e promover sua observância", disse Hiltrud Werner, membro do Conselho de Administração do grupo Volkswagen. "Para a Volkswagen AG, é importante lidar com responsabilidade com esse capítulo negativo da história do Brasil e promover a transparência." Outros projetos contemplados O TAC foi fechado também com o Ministério Público do Estado de São Paulo e a Procuradoria do Trabalho em São Bernardo do Campo. É um "acordo extrajudicial que estabelece obrigações à empresa para que não sejam propostas ações judiciais sobre a cumplicidade da companhia com os órgãos de repressão da ditadura", descreveu o MPF. Além dos R$ 16,8 milhões que serão doados à associação de trabalhadores, a Volkswagen se comprometeu a pagar: R$ 9 milhões aos Fundos Federal e Estadual de Defesa e Reparação de Direitos Difusos (FDD) R$ 10,5 milhões para projetos de promoção da memória e da verdade em relação às violações de direitos humanos ocorridas no Brasil durante a ditadura militar. Desse montante de R$ 10,5 milhões, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) receberá R$ 4,5 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões serão destinados para o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF), para apoiar a identificação das vítimas que estão enterradas em valas comuns. E outros R$ 2 milhões serão para novas pesquisas para apurar a cumplicidade de empresas em violações de direitos humanos durante o governo militar. O restante (R$ 6 milhões) será destinado ao Memorial da Luta pela Justiça, iniciativa promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e pelo Centro de Preservação da Memória Política (NPMP). Ele está sendo implantado na antiga sede da Auditoria Militar de São Paulo. "O ajuste de condutas estabelecido nesta data é inédito na história brasileira e tem enorme importância na promoção da justiça de transição, no Brasil e no mundo", escreveram representantes do MPF, do MP/SP e do MPT, em nota. Atuação na ditadura O relatório de 2017 que remonta o relacionamento da Volkswagen com o governo brasileiro durante o período militar, entre 1964 e 1985, foi feito pelo historiador alemão Christopher Kopper. As ações que corriam na Justiça sobre a montadora se baseavam nesse documento e em outro relatório, feito por Guaracy Mingardi, especialista em segurança pública, contratado pelo MPF. Em seu estudo, Kopper apontou que a "diretoria executiva da Volkswagen Brasil não participou do golpe contra o último governo eleito em 1964 e da posse da ditadura militar". No entanto, o historiador disse que “o golpe militar de 1964 e a instituição de uma ditadura militar cada vez mais repressiva foi avaliado positivamente pela empresa”. Em outro trecho, Kopper afirmou que "a Volkswagen do Brasil foi irrestritamente leal ao governo militar e compartilhou os seus objetivos econômicos e da política interna". Entre as colaborações com o governo, estava a do setor de segurança industrial da empresa, que informava ao regime militar possíveis atividades políticas e sindicais de funcionários da Volkswagen. Durante a divulgação do relatório, em dezembro de 2017, um grupo de ex-funcionários da empresa fez um protesto na frente da fábrica da Anchieta. Eles reivindicam indenizações da montadora.
Alterações incluem aumento do número de pontos da CNH para alguns motoristas e extensão da validade do documento. Bolsonaro pode sancionar ou vetar novas regras. Senadores e deputados aprovam mudanças no Código de Trânsito A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (22) parte das modificações feitas pelo Senado no projeto que altera trechos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Com isso, as novas regras vão à sanção do presidente Jair Bolsonaro. O texto prevê que as novas regras entram em vigor 180 dias após serem publicadas no "Diário Oficial da União", ou seja, após a sanção. Uma das mudanças aumenta para até 10 anos o prazo máximo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O texto foi enviado ao Congresso Nacional pelo governo Jair Bolsonaro, mas nem todos os pontos defendidos pelo presidente foram aprovados. A Câmara já tinha aprovado a matéria no fim de junho, mas teve que analisá-la novamente já que o Senado fez alterações na proposta. LEIA TAMBÉM: App da CNH digital vai permitir pagamento de multas com desconto CNH, cadeirinha, farol: veja mudanças aprovadas e que vão à sanção de Bolsonaro Entre as mudanças aprovadas no Congresso estão: aumento do número de pontos para suspensão, em razão de multas, da Carteira Nacional de Habilitação (CNH); obrigatoriedade do uso de cadeirinha para o transporte de crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 metro; regras para a circulação de motocicletas entre os veículos quando o trânsito estiver parado ou lento. Uma das principais mudanças propostas pelos senadores também foi acolhida na Câmara. A emenda prevê que em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista embriagado, mesmo que sem intenção, a pena de reclusão não pode ser substituída por outra mais branda, que restringe direitos. Atualmente, a legislação diz que a prisão pode ser substituída por penas restritivas de direitos se o crime for culposo (sem intenção). Desta forma, se um motorista embriagado ou sob efeito de drogas pratica lesão corporal e até homicídio, sua condenação pode ser convertida em uma pena alternativa. Pontos da proposta original enviada pelo governo, como a retirada da multa para quem transportar criança sem a cadeirinha, ficaram de fora da versão aprovada por deputados e senadores. O projeto é tratado como prioridade pelo governo. Em junho do ano passado, o próprio presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente à Câmara para entregar o texto. Projeto passou pela Câmara em junho, mas voltou após mudanças feitas pelo Senado; veja pontos Ponto a ponto do projeto Validade da CNH O projeto amplia o prazo para a renovação da renovação da CNH e dos exames de aptidão física e mental, de acordo com as seguintes situações: 10 anos para condutores com menos de 50 anos; 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos; 3 anos para condutores com 70 anos ou mais. O texto prevê, ainda, que, em caso de indícios de deficiência física ou mental ou de progressividade de doença que diminua a capacidade de condução, o perito examinador pode diminuir os prazos para a renovação da carteira. Atualmente, o Código de Trânsito prevê a renovação a cada cinco anos para a maioria dos motoristas e a cada três anos para condutores com mais de 65 anos. Já o texto enviado pelo governo previa a renovação dos exames a cada 10 anos e, para pessoas acima de 65 anos, a cada cinco anos. Exame de aptidão O texto determina, ainda, que os exames de aptidão física e mental sejam realizados por médicos e psicólogos peritos examinadores, com a titulação de especialista em medicina do tráfego ou em psicologia de trânsito, respectivamente. A legislação atual não deixa explícita essa exigência, e os requisitos constam apenas em resoluções do Contran. Pela proposta, os exames devem ser avaliados "objetivamente" pelos examinados, o que subsidiará a fiscalização sobre o profissional credenciado feita pelos órgãos de trânsito em colaboração com os conselhos profissionais. Pontuação da CNH O projeto também prevê limites diferentes de pontuação na carteira de motorista, antes da suspensão, no prazo de 12 meses: 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima; 30 pontos para quem possuir uma gravíssima; 20 pontos para quem tiver duas ou mais infrações do tipo. Os motoristas profissionais terão 40 pontos de teto, independentemente das infrações cometidas. Esses condutores podem participar de curso preventivo de reciclagem quando atingirem 30 pontos. A legislação atual prevê a suspensão da carteira sempre que o infrator atingir 20 pontos. O projeto original do governo previa uma ampliação geral, de 40 pontos para todos os motoristas, independentemente da vinculação por infração criada pelo relator. Avaliação psicológica O relator incluiu, também, a exigência de avaliação psicológica quando o condutor: se envolver em acidente grave para o qual tenha contribuído; ser condenado judicialmente por delito de trânsito; estiver colocando em risco a segurança do trânsito, por decisão da autoridade de trânsito. Cadeirinha O projeto aprovado determina também a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 m de altura. A cadeirinha deve se adequar à idade, peso e altura da criança. Pelo texto, o descumprimento desta regra ocasionará uma multa correspondente a uma infração gravíssima. A proposta original do governo previa que a punição para o descumprimento fosse apenas uma advertência por escrito, sem a multa. Pela proposta do Executivo, endurecida pelo relator, a cadeirinha seria necessária para crianças de até 7 anos e meio. Exames toxicológicos Sobre a renovação da carteira de habilitação, o texto também mantém a obrigatoriedade de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E. O fim da obrigatoriedade do exame era um dos pontos polêmicos do texto e foi alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas ao setor. Segundo a proposta, quem tem idade inferior a 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame. Motos O projeto estabelece regras para a circulação de motocicletas, motonetas e ciclomotores quando o trânsito estiver parado ou lento. Pelo texto, os motociclistas devem transitar com velocidade compatível com a segurança dos pedestres e demais veículos nessas situações. A proposta cria ainda uma “área de espera” para motociclistas junto aos semáforo. O projeto diz que haverá uma área delimitada por duas linhas de retenção, destinada exclusivamente à espera destes veículos próximos aos semáforos, imediatamente à frente da linha de retenção dos demais veículos. Recall O projeto torna o recall das concessionárias – convocação de proprietários para reparar defeitos constatados nos veículos – uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento. Segundo o relator, são frequentes os casos de descumprimento do procedimento, colocando em risco a segurança dos condutores desses veículos e de outras pessoas. Cadastro positivo A proposta cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), em que serão cadastrados os condutores que não tenham cometido infração de trânsito sujeita a pontuação nos últimos 12 meses. O cadastro positivo vai possibilitar que estados e municípios concedam benefícios fiscais e tarifários aos condutores cadastrados. Inicialmente, o relatório previa que, na Semana Nacional de Trânsito, comemorada em setembro, haveria um sorteio no valor de 1% do montante arrecadado com as multas para premiar os motoristas do cadastro. Contudo, o deputado Juscelino Filho retirou essa parte ao acolher uma emenda de plenário. Escolas de trânsito O projeto prevê a criação de “escolas públicas de trânsito” para crianças e adolescentes com aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e comportamento no trânsito. Consulta pública As propostas de normas regulamentares a serem editadas pelo Contran deverão ser submetidas a consulta pública antes da entrada em vigor. O objetivo é dar mais transparência às decisões do conselho. Multas administrativas O parecer propõe a isenção de pontos na carteira de motorista em algumas situações de infrações de natureza administrativa, por exemplo: conduzir veículo com a cor ou característica alterada; conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório; portar no veículo placas em desacordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo Contran; deixar de atualizar o cadastro de registro do veículo ou de habilitação do condutor. Penalidade de advertência O texto define, ainda, que para infrações leves ou médias deve ser imposta a penalidade de advertência por escrito, em vez de multa, se infrator não tiver cometido nenhuma outra infração nos últimos 12 meses. Atualmente, a legislação já permite essa possibilidade se a autoridade de trânsito "entender esta providência como mais educativa" e desde que o motorista não tenha cometido a mesma infração nos últimos 12 meses. Faróis O texto determina a obrigatoriedade de manter os faróis acesos durante o dia, em túneis e sob chuva, neblina ou cerração, e à noite. O Senado fez uma alteração, mantida na Câmara, para restringir a obrigatoriedade do uso de faróis baixos durante o dia em rodovias de pista simples apenas àquelas situadas fora dos perímetros urbanos. Ao acolher essa mudança, Juscelino Filho diz que o uso de faróis nas cidades "poderia ter efeito contrário, ao equiparar todos os demais veículos aos ônibus e às motos, que hoje já são obrigados a transitar com farol acesso, para serem diferenciados e melhor percebidos no trânsito urbano." Outros pontos Veja outros pontos do projeto: Reprovação de exame: o projeto revoga dispositivo que determinava que o exame escrito sobre legislação de trânsito ou de direção veicular só poderia ser refeito 15 dias depois da divulgação do resultado, em caso de reprovação; Capacete sem viseira: a proposta altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira - o que, atualmente, é considerado infração gravíssima. O não uso viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média; Aulas à noite: o projeto também retira a obrigatoriedade de que parte das aulas de direção sejam feitas à noite; Policiais legislativos: o texto prevê que os policiais legislativos da Câmara dos Deputados e do Senado, mediante convênio com o órgão ou entidade de trânsito local, poderão autuar os motoristas em caso de infração cometida nas adjacências do Congresso Nacional quando estiverem comprometendo os serviços ou colocando em risco a segurança das pessoas ou o patrimônio do Legislativo. Os autos de infração serão encaminhados ao órgão competente. VÍDEOS: as notícias mais assistidas do G1

Segundo entidade, demissões foram de 40 trabalhadores aposentados e três com doenças ocupacionais. Montadora não quis comentar os desligamentos, considerados ilegais pelo sindicato. GM tem cerca de 3,6 mil empregados na fábrica em São José dos Campos Camilla Motta/ G1 A General Motors demitiu 43 funcionários nesta segunda-feira (21), de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP). Desse total, 40 eram trabalhadores aposentados, que seguiam trabalhando, e três tinham doenças ocupacionais. A montadora informou que não vai comentar o caso. O sindicato diz que já entrou em contato com a direção da GM para reverter as demissões e aguarda uma posição oficial. Caso a empresa não reconsidere a decisão, o sindicato afirma que vai recorrer à Justiça e não descarta fazer reivindicações em frente à montadora. Uma das reclamações do Sindicato dos Metalúrgicos é que essas demissões foram feitas após ter sido aprovada a extensão do layoff (suspensão temporária de contrato) por mais dois meses. Além disso, foram desligados 235 funcionários na última semana por meio do Programa de Demissão Voluntária (PDV). "É um absurdo. Um crime demitir essas pessoas, aposentadas e com doença ocupacional, no meio de uma pandemia. Há mais de mil pessoas em layoff, houve um PDV há uma semana. Repudiamos essa decisão e vamos tomar as medidas necessárias para tentar reverter", disse o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Renato Almeida. A fábrica da GM em São José dos Campos produz os modelos S10 e Trailblazer e, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, tem cerca de 3.600 trabalhadores. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e Região

Atualmente a sede fica na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Segundo a assessoria, a transferência será gradual e tem previsão de término até a metade de 2021. Toyota transfere sede administrativa para Sorocaba Toyota do Brasil/Divulgação A Toyota anunciou que irá transferir a sua sede administrativa de São Bernardo do Campo (SP) para Sorocaba (SP) a partir de janeiro de 2021. A informação foi confirmada pela assessoria nesta segunda-feira (21). A empresa informou que o aviso foi divulgado para os funcionários na última sexta-feira (18). Segundo a assessoria, a transferência será gradual e tem previsão de término até a metade de 2021. Unidade de Sorocaba é uma das maiores da empresa Divulgação Até o momento, não há previsão de novas contratações para Sorocaba. A unidade, que fica próximo à Rodovia Castello Branco, é uma das maiores da empresa, produzindo os modelos Etios e Yaris. A Toyota também tem fábrica em Porto Feliz (SP), que é responsável pela produção de motores. Já a fábrica de São Bernardo do Campo não sofrerá mudanças, segundo a empresa. A transferência será feita para que a sede fique mais próxima de suas grandes sedes de produção atualmente no país. Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí

Proposta foi aprovada em assembleia na tarde desta quinta-feira (17) na fábrica. Funcionários da Volkswagen de São Carlos aprovam estabilidade e plano de demissão voluntária Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos/Divulgação Funcionários da Volkswagen de São Carlos (SP) aprovaram, na tarde desta quinta-feira (17), a proposta apresentada pela montadora junto aos sindicatos das cidades onde a empresa possui fábrica, para alterar pontos do acordo coletivo. A proposta aprovada prevê estabilidade de 5 anos e a abertura de um Plano de Demissão Voluntária (PDV) com pagamento de até 20 salários para quem aderir. A proposta original da empresa era demitir 35% dos trabalhadores. A votação foi feita em assembleia respeitando o distanciamento mínimo devido à pandemia do coronavírus. Além de São Carlos, o acordo já foi aprovado em São Bernardo do Campo, Taubaté e em São José dos Pinhais. Em São Carlos, cerca de 850 funcionários participaram da assembleia, que teve início às 14h30. A proposta teve aprovação de 99% dos trabalhadores. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do município, a fábrica conta com 920 trabalhadores no total. Fábrica da Volkswagen em São Carlos Divulgação Os principais pontos da proposta da empresa em todas as fábricas foram: garantia de emprego por 5 anos para os trabalhadores; abertura de um PDV com pagamento de até 20 salários para quem aderir; fixação no valor da participação nos lucros da empresa em R$ 12.800 em 2020; correção no valor da participação nos lucros de acordo com o INPC até 2024; possibilidade de utilização do layoff até o limite de 10 meses; teto salarial reduzido em 17,05% para os horistas admitidos a partir de 2021; prorrogação por 5 anos das demais cláusulas trabalhistas do acordo coletivo que não foram tratadas nesta negociação. Além das cláusulas do acordo coletivo, a Volkswagen e os sindicatos ainda acertaram algumas propostas relacionadas a possíveis novos produtos nas fábricas de São Bernardo e Taubaté. Uma das sugestões é garantir que um modelo produzido no ABC Paulista também possa ser feito no interior, mesmo sem estar utilizando a capacidade máxima em São Bernardo. A contrapartida é que o volume de produção na primeira unidade deverá ser maior que na segunda. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.

Votação foi realizada pela internet e de maneira presencial em dois turnos, entre terça (15) e quarta-feira (16). Votação foi feita pela internet e de maneira presencial em dois turnos Divulgação Os trabalhadores da Volkswagen em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, aprovaram, entre esta terça-feira (15) e quarta (16), a proposta de garantia dos empregos por 5 anos. A proposta original da Volkswagen, apresentada em meados de agosto, era demitir 35% dos trabalhadores no Brasil. A votação foi feita pela internet e de maneira presencial em dois turnos. Dos 2.136 votos, 97% foram a favor da proposta, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC). O plano engloba a garantia dos empregos através do layoff, que é suspensão do contrato de trabalho com o trabalhador recebendo seguro desemprego e a empresa complementando o salário até 82,5%. A proposta também estabelece a abertura de um plano de demissão voluntária e participação nos lucros e resultados de R$ 12,8 mil para 2020 com reajuste pelo INPC até 2024. Veja abaixo os principais pontos da proposta da empresa, segundo o sindicato: Garantia de emprego por 5 anos para os trabalhadores; Abertura de um PDV com pagamento de até 20 salários para quem aderir; Fixação no valor da participação nos lucros da empresa em R$ 12.800 em 2020; Correção no valor da participação nos lucros de acordo com o INPC até 2024; Possibilidade de utilização do layoff (suspensão temporária do contrato de trabalho) até o limite de 10 meses; Prorrogação por 5 anos das demais cláusulas trabalhistas do acordo coletivo que não foram tratadas nesta negociação. Cenário de crise Em julho, o presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si afirmou que a empresa teria "fôlego" para "alguns meses" antes de pensar em demissões no país. Na ocasião, o executivo já havia dito que a empresa iria conversar com os sindicatos para realizar a adequação da força de trabalho. "Se não tivermos uma melhora (nas vendas), teremos que adequar as fábricas, sim, mas essa será uma conversa que primeiro teremos com os sindicatos, no momento certo, ainda não tomamos uma decisão. E acho que vamos esperar mais um pouco para isso", afirmou, na época. Veja mais notícias no G1 Paraná.

Proposta foi aprovada em assembleia na tarde desta quarta-feira (16) na fábrica. Trabalhadores da Volks de Taubaté aprovam proposta de estabilidade por 5 anos e plano de demissão voluntária Tiago Bezerra/ TV Vanguarda Funcionários da Volkswagen de Taubaté aprovaram na tarde desta quarta-feira (16) a proposta apresentada pela montadora junto aos sindicatos das cidades onde a empresa possui fábrica para alterar pontos do acordo coletivo. A proposta aprovada prevê estabilidade de 5 anos e a abertura de um Plano de Demissão Voluntária (PDV) com pagamento de até 20 salários para quem aderir. A proposta original da empresa era demitir 35% dos trabalhadores. A votação foi feita em assembleia respeitando o distanciamento mínimo devido à pandemia do coronavírus. Em Taubaté só foram registrados dois votos contrários à proposta. A planta tem cerca de 3,1 mil trabalhadores. As atividades na fábrica foram retomadas no início de junho, com a volta de 1,8 mil funcionários após paralisação em março por conta da pandemia. No final de julho, outro grupo de cerca de 1,1 mil trabalhadores retornou após um período de layoff. Além de Taubaté, o acordo já foi aprovado na terça em São Bernardo do Campo. Os principais pontos da proposta da empresa em todas as fábricas foram: garantia de emprego por 5 anos para os trabalhadores; abertura de um PDV com pagamento de até 20 salários para quem aderir; fixação no valor da participação nos lucros da empresa em R$ 12.800 em 2020; correção no valor da participação nos lucros de acordo com o INPC até 2024; possibilidade de utilização do layoff até o limite de 10 meses; teto salarial reduzido em 17,05% para os horistas admitidos a partir de 2021; A prorrogação por 5 anos das demais cláusulas trabalhistas do acordo coletivo que não foram tratadas nesta negociação. Além das cláusulas do acordo coletivo, a Volkswagen e os sindicatos ainda acertaram algumas propostas relacionadas a possíveis novos produtos nas fábricas de São Bernardo e Taubaté. Uma das sugestões é garantir que um modelo produzido no ABC Paulista também possa ser feito no interior, mesmo sem estar utilizando a capacidade máxima em São Bernardo. A contrapartida é que o volume de produção na primeira unidade deverá ser maior que na segunda. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região

Polícia disse que o acidente era "totalmente evitável" e que o condutor estava assistindo ao programa de TV "The Voice" no momento do acidente. Mulher foi atropelada e morreu. Carro autônomo do Uber atropela e mata uma mulher A motorista de segurança ao volante de um veículo de teste autônomo do Uber que atingiu e matou uma mulher em Tempe, Arizona, em 2018, foi acusada de homicídio negligente, disseram os promotores na terça-feira (15). Rafaela Vasquez, de 46 anos, se declarou inocente depois de ser acusada da morte de Elaine Herzberg em 27 de agosto, mostram os registros do tribunal. Ela foi libertada enquanto aguarda o julgamento marcado para fevereiro de 2021. VÍDEO: carro voador faz voo de 4 minutos em teste no Japão Herzberg morreu depois de ser atingida enquanto caminhava de bicicleta em uma rua à noite. A primeira morte registrada envolvendo um veículo autônomo gerou preocupações de segurança significativas sobre a nascente indústria de veículos autônomos. O Uber não quis comentar. Um advogado de Vasquez não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Motorista assistia "The Voice" Um relatório da polícia de Tempe disse que Vasquez estava repetidamente olhando para baixo em vez de manter os olhos na estrada. Em março de 2019, os promotores disseram que o Uber não era criminalmente responsável pelo acidente. “Dirigir distraído é uma questão de grande importância em nossa comunidade”, disse o procurador do condado de Maricopa, Allister Adel. “Quando um motorista fica atrás do volante de um carro, ele tem a responsabilidade de controlar e operar o veículo com segurança.” A polícia disse anteriormente que o acidente era "totalmente evitável" e que Vasquez estava assistindo o programa de TV "The Voice" no momento do acidente. Carro autônomo da Uber que atropelou e matou uma pedestre nos EUA é analisado pelo departamento de segurança no transporte dos EUA National Transportation Safety Board/Reuters Em novembro, o National Transportation Safety Board (NTSB), órgão de segurança no trânsito dos EUA, culpou as inações de Vasquez e o Uber por atenção inadequada à segurança e às decisões no desenvolvimento de veículos autônomos da empresa. O NTSB disse que a causa provável foi a falha de Vasquez em monitorar o ambiente de direção "porque ela estava visualmente distraída durante a viagem por seu telefone celular". Ela deveria agir em caso de emergência. O Uber tomou uma série de decisões de desenvolvimento que contribuíram para a causa do acidente, disse o NTSB. O software no Volvo XC90 modificado não identificou corretamente Herzberg como um pedestre e não abordou a "complacência da automação dos operadores". O Uber desativou os sistemas automáticos de frenagem de emergência no veículo Volvo XC90 e impediu o uso de frenagem de emergência imediata, contando com o motorista reserva. Assista vídeos de TECNOLOGIA no G1

Benefícios para quem aderiu ao PDV vão de salários adicionais até um carro, dependendo do tempo de fábrica. Fábrica da GM em São José dos Campos Reprodução/TV Vanguarda O Programa de Demissão Voluntária (PDV) aberto pela General Motors em São José dos Campos (SP) teve a adesão de 235 funcionários, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos. O número foi divulgado nesta terça-feira (15). O PDV foi aberto no dia 1º e encerrado no dia 10. Os benefícios para quem aderiu ao plano, como salários adicionais, extensão do convênio médico e um carro Onix Joy Black, variam de acordo com o tempo que cada funcionário tem na GM. Veja abaixo a tabela oferecida no PDV: 1 a 3 anos de fábrica: sem benefícios. 4 a 10 anos: 3,5 salários + 12 meses de convênio médico. 11 a 13 anos: 4 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 14 a 16 anos: 4,5 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 17 a 19 anos: 5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 20 a 22 anos: 5,5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 23 a 25 anos: 6 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. Acima de 26 anos: 7 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico A fábrica da GM em São José dos Campos produz os modelos S10 e Trailblazer e, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, tem cerca de 3.600 trabalhadores. A empresa foi procurada pelo G1, mas não comentou o número divulgado pelo sindicato. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região

Com itens como cluster com tela digital de 12,5 polegadas, carregador wireless e câmera 360°, veículo representa o maior salto tecnológico no cenário automotivo brasileiro. Brasil tem novo SUV de 7 lugares; conheça Mais recente lançamento da CAOA Chery no Brasil, o Tiggo 8 representa o maior salto de tecnologia no cenário automotivo brasileiro. O SUV é ideal para as famílias brasileiras que procuram conforto e modernidade num mesmo carro. O maior modelo da CAOA Chery impressiona pelo espaço interno. São sete lugares dispostos em três fileiras para oferecer toda a comodidade ao motorista e aos passageiros. Espaçoso também é porta-malas, com sua capacidade de 193 litros. E pode ser ainda maior: se rebater os bancos, o dono do veículo, sobe 10 vezes, para 1,9 mil litros. Presente também no acabamento interno, o conforto do Tiggo 8 se estende para itens que transformam a experiência de conduzir o veículo. Você pode interagir à distância com o carro por meio da chave controle. Com ela, você abre e fecha o porta-mala remotamente, controla a climatização do ar (dual zone com comandos touch screen de 8”) e a partida remota do motor. O Tiggo 8 tem outras tecnologias que costumam ser vistas só em veículos de categorias superiores. Carregador de celular wireless, cluster com tela digital colorida de 12,5”, câmbio joystick, câmera 360º e monitoramento de ponto cego. A motorização do Tiggo 8 também chama atenção. Equipado com motor 1.6 Turbo GDI de 187 cv e câmbio automático Wet dual clutch de 7 velocidades, atinge de 0 km/h a 100 km/h em apenas 8,7 segundos. O veículo é uma excelente opção para o trânsito da cidade ou para uma direção tranquila na estrada. A tranquilidade também aparece na hora da manutenção. Para garantir que você mantenha as condições do veículo sempre em ordem, a CAOA tem, em uma área de 5 mil metros quadrados em Barueri (SP), um estoque com 97% de todas as peças da CAOA Chery para pronta-entrega. Com tanta vantagem, o resultado não podia ser diferente. Fabricado na unidade de Anápolis (GO), o Tiggo 8 já é um sucesso de vendas em todo o Brasil. O valor também é convidativo. O veículo chega ao mercado com preço promocional no lançamento a partir de R$ 162,2 mil. Conheça, no infográfico abaixo, todas as vantagens do Tiggo 8. Divulgação

De janeiro a agosto, foram fabricadas 588.495 motocicletas. Produção do mês de agosto caiu 14,3% em comparação com mesmo mês do ano passado. Produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus. Adneison Severiano/G1 AM A produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou queda de 20,9% nos primeiros oito meses deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). No acumulado de janeiro a agosto deste ano, foram fabricadas 588.495 motocicletas, ou seja, cerca de 155.061 unidades a menos do total de 2019. O volume registrado em agosto (98.358) corresponde a uma alta de 0,4% na comparação com julho do mesmo ano (97.920 unidades) e queda de 14,3% em relação ao mesmo mês de 2019 (114.738 unidades). Produção industrial no AM cresce 14,6% em julho, aponta IBGE Em relação as vendas no atacado, conforme a Abraciclo, as fábricas venderam para as concessionárias 96.415 motocicletas em agosto, volume 5,4% superior na comparação com julho do presente ano (91.454 unidades) e 7,9% menor ante agosto do ano passado (104.649 unidades). No acumulado do ano, as vendas no atacado somaram 564.988 unidades, significando uma queda de 21,6% na comparação com o mesmo período de 2019 (720.782 motocicletas). De acordo com o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, a produção de motos vem mostrando uma curva ascendente desde a retomada gradual das atividades indutriais, em maio. Ele afirma que o volume poderia ser maior, mas as fábricas ainda operam com restrições, atendendo a protocolos de segurança contra a Covid-19. IBGE: Produção industrial do Amazonas registra crescimento

Prazo para adesão termina nesta quinta-feira (10). Medida foi adotada em consequência dos impactos financeiros causados pela pandemia de coronavírus. GM encerra prazo para adesão a PDV na fábrica de São José dos Campos GM/Divulgação A General Motors encerra nesta quinta-feira (10) o prazo para os funcionários aderirem a um Programa de Demissão Voluntária (PDV) aberto na fábrica de São José dos Campos (SP). A medida foi adotada em consequência dos impactos financeiros causados pela pandemia de coronavírus. O programa de demissão foi aberto aos funcionários da unidade no fim de agosto, após aprovação da categoria. Apesar disso, a empresa não informou qual é a meta de adesão. Uma extensão do prazo de prorrogação da suspensão temporária de contratos (layoff) também foi aprovada (veja mais abaixo). Os benefícios para quem aderir ao PDV variam de acordo com o tempo de serviço de cada funcionário na montadora. Confira abaixo a tabela: 1 a 3 anos de fábrica: sem benefícios. 4 a 10 anos: 3,5 salários + 12 meses de convênio médico. 11 a 13 anos: 4 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 14 a 16 anos: 4,5 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 17 a 19 anos: 5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 20 a 22 anos: 5,5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 23 a 25 anos: 6 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. Acima de 26 anos: 7 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico Layoff De acordo com o sindicato, a prorrogação do layoff foi aprovada pela categoria e a GM vai estender o programa por mais dois meses. O acordo que está em vigor desde abril previa o fim do layoff na sexta (12). Com a extensão, ele deve seguir até novembro. Ainda é possível a prorrogação até abril de 2021 se o mercado automotivo não reagir. Segundo o sindicato, cerca de 1.100 mil trabalhadores estão em layoff e 2.500 mil estão na fábrica. A fábrica da GM em São José dos Campos produz os modelos S10 e Trailblazer. O que diz a GM A GM confirmou o fim do prazo para adesão, mas não deu detalhes sobre o PDV. Em nota anterior, a GM havia informado que vem tomando uma série de medidas desde o início da pandemia do coronavírus para "nesta ordem, proteger a saúde e segurança de seus empregados, fornecedores e parceiros, preservar empregos e garantir a sustentabilidade do negócio". A empresa também informou que vem adotando mecanismos para minimizar os impactos, "como redução de custos, postergação de investimentos, banco de horas, férias coletivas, redução de jornada com redução salarial e layoff". Veja mais notícias do Vale do Paraíba e Região
Proposta foi entregue por Bolsonaro em 2019 e faz uma série de mudanças no Código de Trânsito. Texto volta para a Câmara; conheça ponto a ponto. O Senado aprovou nesta quinta-feira (3) o projeto que aumenta para até 10 anos o prazo máximo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O texto promove uma série de modificações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e deverá ser analisado novamente pela Câmara dos Deputados porque modificado pelos senadores. Veja como votou cada senador O projeto é tratado como prioridade pelo governo. Em junho do ano passado, o próprio presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente à Câmara para entregar o texto. De acordo com o projeto, os prazos de validade passam a ser os seguintes: Prazo de validade da CNH Atualmente, o CTB prevê a renovação da carteira de habilitação a cada cinco anos para a maioria dos condutores e a cada três anos para quem tem mais de 65 anos. Inicialmente, o texto encaminhado por Bolsonaro previa a renovação dos exames a cada 10 anos para pessoas com menos de 65 anos e, a partir dessa idade, a cada cinco anos. Mudança no texto Atualmente, a legislação diz que a prisão pode ser substituída por penas restritivas de direitos se o crime for culposo (sem intenção). Desta forma, se um motorista embriagado ou sob efeito de drogas pratica lesão corporal e até homicídio, sua condenação pode ser convertida em uma pena alternativa. As penas privativas de liberdade são aquelas em que o condenado é preso. As punições variam entre reclusão (crimes graves), detenção (crimes menos graves) e prisão simples (contravenções penais). Já as penas restritivas de direitos são aplicadas por meio de indenização, perda de bens e valores, limitação de fim de semana, prestação de serviços à comunidade, e interdição de direitos. O relator do projeto, Ciro Nogueira (PP-PI), acatou uma sugestão de mudança do senador Fabiano Contarato (Rede-ES). A emenda prevê que em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista embriagado, mesmo que sem intenção, a pena de reclusão não poderá ser substituída por alguma mais branda, que restringe direitos. Ciro Nogueira também incluiu na proposta que transportar bebida alcoólica dentro do veículo representará infração grave, com aplicação de multa. A bebida poderá ser transportada apenas no porta-malas ou bagageiro do carro. O líder da minoria, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apresentou um requerimento que pedia o adiamento da votação, que foi rejeitado por um placar apertado, por 39 votos a 30. A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), que ficou tetraplégica após um acidente de trânsito, também defendeu o amadurecimento da discussão e que a votação fosse adiada. Câmara dos Deputados aprova proposta que altera o Código de Trânsito Ponto a ponto Além do prazo de validade da CNH, o projeto prevê uma série de mudanças no Código de Trânsito. Saiba ponto a ponto: Pontuação da CNH O projeto também prevê limites diferentes de pontuação na carteira de motorista, antes da suspensão, no prazo de 12 meses: 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima; 30 pontos para quem possuir uma gravíssima; 20 pontos para quem tiver duas ou mais infrações do tipo. Os motoristas profissionais terão 40 pontos de teto, independentemente das infrações cometidas. Esses condutores podem participar de curso preventivo de reciclagem quando atingirem 30 pontos. A legislação atual prevê a suspensão da carteira sempre que o infrator atingir 20 pontos. O projeto original do governo previa uma ampliação geral, de 40 pontos para todos os motoristas, independentemente da vinculação por infração incluída na Câmara. Avaliação psicológica O relator incluiu a exigência de avaliação psicológica quando o condutor: se envolver em acidente grave para o qual tenha contribuído; for condenado judicialmente por delito de trânsito; estiver colocando em risco a segurança do trânsito, por decisão da autoridade de trânsito. Cadeirinha O projeto aprovado determina também a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 m de altura. Pelo texto, o descumprimento desta regra ocasionará uma multa correspondente a uma infração gravíssima. A proposta original do governo previa que a punição para o descumprimento fosse apenas uma advertência por escrito, sem a multa. Pela proposta do Executivo, a cadeirinha seria necessária para crianças de até 7 anos e meio. Exames toxicológicos O texto mantém a obrigatoriedade de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E que fizerem a renovação da CNH. O fim da obrigatoriedade do exame era um dos pontos polêmicos do texto e foi alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas ao setor. Segundo a proposta, quem tem idade inferior a 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame. Exame de aptidão O texto determina, ainda, que os exames de aptidão física e mental sejam realizados por médicos e psicólogos peritos examinadores, com a titulação de especialista em medicina do tráfego ou em psicologia de trânsito, respectivamente. A legislação atual não deixa explícita essa exigência, e os requisitos constam apenas em resoluções do Contran. Pela proposta, os exames devem ser avaliados "objetivamente" pelos examinados, o que subsidiará a fiscalização sobre o profissional credenciado feita pelos órgãos de trânsito em colaboração com os conselhos profissionais. Motos O projeto estabelece regras para a circulação de motocicletas, motonetas e ciclomotores quando o trânsito estiver parado ou lento. Pelo texto, os motociclistas devem transitar com velocidade compatível com a segurança dos pedestres e demais veículos nessas situações. A proposta cria ainda uma “área de espera” para motociclistas junto aos semáforos. O projeto diz que haverá uma área delimitada por duas linhas de retenção, destinada exclusivamente à espera destes veículos próximos aos semáforos, imediatamente à frente da linha de retenção dos demais veículos. Recall O projeto torna o recall das concessionárias - convocação de proprietários para reparar defeitos constatados nos veículos - uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento. Cadastro positivo A proposta cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), em que serão cadastrados os condutores que não tenham cometido infração de trânsito sujeita a pontuação nos últimos 12 meses. O cadastro positivo vai possibilitar que estados e municípios concedam benefícios fiscais e tarifários aos condutores cadastrados. Inicialmente, o relatório previa que, na Semana Nacional de Trânsito, comemorada em setembro, haveria um sorteio no valor de 1% do montante arrecadado com as multas para premiar os motoristas do cadastro. Contudo, Juscelino Filho retirou essa parte ao acolher uma emenda de plenário. Escolinhas de trânsito O projeto prevê a criação de escolinhas de trânsito para crianças e adolescentes com aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e comportamento no trânsito. Consulta pública As propostas de normas regulamentares a serem editadas pelo Contran deverão sejam submetidas a consulta pública antes da entrada em vigor. Objetivo é dar mais transparência às decisões do conselho. Multas administrativas O parecer propõe a isenção de pontos na carteira de motorista em algumas situações de infrações de natureza administrativa, por exemplo: Conduzir veículo com a cor ou característica alterada; Conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório; Portar no veículo placas em desacordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo Contran; Deixar de atualizar o cadastro de registro do veículo ou de habilitação do condutor. As multas para essas situações, contudo, estão mantidas. Outros pontos Veja outros pontos do projeto: Reprovação de exame: o projeto revoga dispositivo que determinava que o exame escrito sobre legislação de trânsito ou de direção veicular só poderia ser refeito 15 dias depois da divulgação do resultado, em caso de reprovação; Faróis: o texto determina a obrigatoriedade de manter os faróis acesos durante o dia, em túneis e sob chuva, neblina ou cerração, e à noite. A proposta, contudo, flexibiliza a obrigatoriedade dos faróis nas rodovias, previstas atualmente em lei - pela proposta, a obrigatoriedade é apenas para veículos que não tenham luzes de rodagem diurna em rodovias de pista simples; Capacete sem viseira: a proposta altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira - o que, atualmente, é considerado infração gravíssima. O não uso viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média; Aulas à noite: o projeto também retira a obrigatoriedade de que parte das aulas de direção sejam feitas à noite; Policiais legislativos: o texto prevê que os policiais legislativos da Câmara dos Deputados e do Senado, mediante convênio com o órgão ou entidade de trânsito local, poderão autuar os motoristas em caso de infração cometida nas adjacências do Congresso Nacional quando estiverem comprometendo os serviços ou colocando em risco a segurança das pessoas ou o patrimônio do Legislativo. Os autos de infração serão encaminhados ao órgão competente.

Foi a terceira alta seguida, mas setor permanece 6% abaixo do patamar pré-pandemia. No ano, queda acumulada ainda é de 9,6%, segundo o IBGE. Produção de veículos cresceu 43,9% em julho e foi o principal destaque do setor, segundo o IBGE. Divulgação/Volkswagen A produção industrial brasileira cresceu 8% em julho, na comparação com junho, segundo divulgou nesta quinta-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da 3ª alta consecutiva, o resultado de ainda não foi suficiente para eliminar a perda de 27% acumulada em março e abril, que levou o patamar de produção ao seu ponto mais baixo da série. A indústria ainda permanece 6% abaixo do nível visto em fevereiro, antes das paralisações e medidas de isolamento para contenção do coronavírus. O avanço registrado em julho também representa uma desaceleração em relação ao crescimento de 8,7% de maio e de 9,7% de julho, segundo dados revisados pelo IBGE. Na comparação com julho do ano passado, a indústria seguiu no vermelho, com queda de 3%, o nono resultado negativo. Produção industrial mensal Economia G1 O resultado ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de ganho de 5,7% ante junho e de perda de 6,4% na comparação interanual, reforçando a leitura de um cenário de recuperação gradual da economia brasileira. Queda de 9,6% no ano No acumulado no ano, a indústria ainda acumula perda de 9,6%. Em 12 meses, a queda acumulada ainda é de 5,7%, marcando o recuo mais intenso desde dezembro de 2016 (-6,4%) e acelerando a perda frente aos meses anteriores. O avanço de 8% da atividade industrial em julho alcançou todas as grandes categorias econômicas, com altas em 25 dos 26 ramos pesquisados. ”Observa-se uma volta à produção desde maio, e é um crescimento importante, mas que ainda não recupera as perdas do período mais forte de isolamento”, destacou o gerente da pesquisa, André Macedo. "Muita gente fora do mercado e sem emprego são variáveis importantes para acompanhar daqui para a frente. O mercado de trabalho é importante para uma consistência da eventual retomada da produção industrial", acrescentou. IBGE: produção industrial de julho cresce 8% Produção de veículos avança 43,9% Entre as atividades, a alta mais relevante foi a da produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, que avançou 43,9% contra junho. Segundo o IBGE, o crescimento foi impulsionado, em grande medida, pela continuidade do retorno à produção após a interrupção em função da pandemia. O setor acumulou expansão de 761,3% em três meses, mas ainda assim se encontra 32,9% abaixo do patamar de fevereiro. Outros destaques no mês com maior contribuição para o índice geral foram observados na metalurgia (18,7%), indústrias extrativas (6,7%), em máquinas e equipamentos (14,2%), produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,8%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (13,8%), e em máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12%). A única queda em julho ocorreu no ramo de impressão e reprodução de gravações, com baixa de 40,6%. A atividade havia registrado expansão de 77,1% em junho, quando interrompeu dois meses de consecutivos de redução na produção, período em que acumulou perda de 27,7%. Produção industrial em julho, por ramos pesquisados Divulgação/IBGE Já no índice das grandes categorias, o destaque foi a produção de bens de consumo duráveis, que avançou 42%. Ainda assim, esse segmento se encontra 15,2% abaixo do patamar de fevereiro último. Os setores produtores de bens de capital (15%) e de bens intermediários (8,4%) também cresceram acima da média geral da indústria. Já o de bens de consumo semi e não duráveis (4,7%) registrou o crescimento menos intenso. Todos os 3 também seguem abaixo do nível pré-pandemia. Perspectivas No segundo trimestre, a indústria foi a mais afetada pelas consequências do coronavírus, com recuo recorde da produção de 12,3% sobre os três primeiros meses do ano, segundo os dados do PIB (Produto Interno Bruto) divulgados esta semana pelo IBGE. Após o tombo recorde da indústria e da economia brasileira, a expectativa é de recuperação gradual no 3º trimestre, apesar das incertezas sobre a dinâmica da pandemia de coronavírus e rumo das contas públicas. O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou pelo 4º mês seguido em agosto, recuperando 93,8% das perdas registradas entre março e abril, em meio à redução da ociosidade e melhora das expectativas. A estimativa atual do mercado é de um tombo de 5,28% do PIB em 2020, segundo a pesquisa Focus do Banco Central. Mesmo com a melhora das previsões nas últimas semanas e redução do pessimismo, ainda deverá ser de longe o pior desempenho anual já registrado no país. Raio X do PIB: a pior recessão em 40 anos Depois do tombo recorde, país tem de lidar com desafio fiscal e lenta retomada

Tratores e colheitadeiras que dispensam motorista já são possíveis e devem chegar ao mercado antes dos carros autônomos. Porém, legislação e conectividade são os desafios para a implementação das "máquinas do futuro". Máquinas agrícolas do futuro: fabricantes têm conceito pronto para a próxima geração Case IH/John Deere/Divulgação Um veículo sem motorista, que siga uma rota pré-determinada e que tome decisões com o máximo de precisão, e, o mais importante: sem correr riscos ou exceder a velocidade. A descrição poderia muito bem ser para o carro do futuro, mas essa tecnologia está mais próxima do campo. Fabricantes e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) afirmam que as máquinas agrícolas já têm tecnologia suficiente para não precisar de nenhum operador dentro do veículo. Série do G1 mostra a origem dos alimentos Apesar de a internet no campo ser restrita e de difícil acesso, os especialistas dizem que o equipamento que já está à disposição do produtor rural tem mais tecnologia do que um carro moderno da cidade grande. E alguns fatores explicam isso: Bom momento do agronegócio, único setor da economia a crescer; Busca por tecnologias que ofereçam aumento de produtividade; Ambiente controlado da fazenda, que ajuda a desenvolver novas ferramentas. “O carro de hoje é muito parecido com o de 15 anos atrás. Já a máquina agrícola, não. Eu vim da indústria automotiva, e o que eu vi é que o mercado agrícola é mais receptor de novas tecnologias", explica Silvio Campos, diretor de marketing da Case IH. "Se o produtor entender que faz sentido, ele compra”, acrescenta Silvio. A tecnologia das máquinas agrícolas Arte G1 A autonomia completa, ou seja, uma máquina sem um motorista dentro dela, é considerada uma “cereja do bolo” do pacote tecnológico que já existe para o produtor rural. O desenvolvimento da autonomia total está a pleno vapor, com as grandes fabricantes com protótipos em testes, assim como acontece com os carros. Porém a chegada dessas “máquinas do futuro” ao mercado ainda é incerta. Isso pode ser explicado por 3 motivos: Pouco interesse do consumidor pela autonomia total até o momento; Dificuldade no acesso à internet e conectividade no campo; Falta de uma legislação específica para veículos autônomos. “Talvez o mercado ainda não esteja maduro (para autônomos). Ainda é possível ter uma melhoria no sistema sem precisar da autonomia. Hoje ainda não é um gargalo ou demanda do produtor, algo que vá trazer um ganho substancial”, afirma Ricardo Inamasu, pesquisador da Embrapa. Setor avançado O agronegócio é único setor da economia que conseguiu crescer de maneira consistente durantes as duas últimas grandes crises da economia: a de 2014-2016 e a provocada pelo novo coronavírus. Tanto no Brasil quanto no mundo, o agro tem dinheiro para investir em novas tecnologias, especialmente àquelas ligadas ao aumento da produtividade. Vale destacar que uma máquina agrícola não é barata: seu preço pode ultrapassar as centenas de milhares de reais. “Todo tipo de tecnologia precisa se pagar, e o agro paga muito rápido, seja pela falta de mão-de-obra, seja pelo tamanho da oportunidade que existe (para melhora da produtividade)”, diz Maurício de Menezes, gerente de marketing tático da fabricante americana John Deere no Brasil. A cabine de uma máquina agrícola mostra que há muita tecnologia já integrada ao equipamento AGCO/Divulgação Essa combinação de capital junto com a necessidade do produtor rural fez o setor de máquinas agrícolas deslanchar. Com isso, as fabricantes multinacionais começaram a trabalhar no desenvolvimento de novas ferramentas. “Muitas vezes, no meio urbano, nós consumimos tecnologia porque gostamos, já o agricultor consome porque precisa. Nós chegamos a um nível em que, para crescer a produtividade, entramos no controle dos detalhes”, afirma Niumar Aurélio, supervisor de marketing da AGCO, dona da Massey Ferguson. Ou seja, a avaliação do mercado é de que o produtor rural não busca a máquina mais moderna por um desejo pessoal, mas, sim, por algo que torne o negócio dele mais rentável. E foi dentro deste contexto que o maquinário agrícola avançou. Hoje, a maioria dos equipamentos já possuem piloto automático, autoajuste para algumas tarefas, como a colheita de grão e a aplicação de agrotóxicos. As fabricantes afirmam que o maquinário disponível no mercado já está no nível 3 de automação, em uma escala que vai até 5, criada pela Sociedade dos Engenheiros Automotivos (SAE). Para se ter uma ideia, os carros vendidos no mercado brasileiro conseguem chegar até o nível 2. No nível 3, chamado de “automação condicional”, a movimentação ocorre por conta própria e o operador só precisa assumir o controle em uma condição extrema. Isso é até onde a legislação atual permite porque, se depender das indústrias, já existe tecnologia para mais (leia mais abaixo). Conceito de trator autônomo desenvolvido pela John Deere John Deere/Divulgação “Para falar de máquina autônoma, nas operações agrícolas, não é simplesmente a máquina andar sozinha pela lavoura, um trajeto... isso as máquinas já fazem. As máquinas são geradoras de dados e precisamos que ela consiga interpretar esses dados para que atue com precisão e sem desperdício (de alimento ou de insumos)”, explica Niumar. Além de tratores, colheitadeiras e pulverizadores com piloto automático, autoajuste e central de controle, existem também veículos pesados de olho neste segmento. A Mercedes-Benz lançou em 2018, em parceria com a empresa de tecnologia agrícola Grunner, seu primeiro caminhão no Brasil com direção autônoma. O equipamento é o primeiro ser utilizado em uma operação regular, no caso, nas lavouras de cana-de-açúcar do interior de São Paulo, principal região produtora do país. O veículo se enquadra no nível 2 de automação, necessitando de um operador para realizar os comandos e para assumir o controle em caso de emergência. Isso já representa um grande avanço para o segmento dos pesados. Caminhão com direção autônoma desenvolvido pela Mercedes-Benz em parceria com a empresa de tecnologia Grunner Mercedes-Benz/Divulgação O gerente de produto de caminhões da fabricante, Marcos Andrade, explica que o veículo foi pensado especificamente para as necessidades da cultura, tanto no tamanho do eixo quanto no peso. Segundo ele, a ideia é que o equipamento possa disputar mercado com os tratores. “O desafio foi encontrar uma solução que auxiliasse o produtor na hora do plantio e da colheita, oferecendo maior precisão ao passar pelas linhas de plantio. É um trabalho muito sensível e é impossível que o ser humano consiga manter a mesma precisão durante tanto tempo”, afirma. Cabine do Axor 3131: equipamento ainda conta com operador para lidar com possíveis emergencias Mercedes-Benz/Divulgação Se o piloto automático é uma realidade nas máquinas mais modernas do campo, o que explica a aplicação rápida dele é relativamente simples: o ambiente controlado. Lavouras são áreas muito abertas e com pouca movimentação de pessoas. Além disso, as linhas de plantio criam uma condição ideal para a programação das máquinas. “Na lavoura existe o que a gente chama de paralelismo, ou seja, as linhas são paralelas. O veículo segue o caminho por ela (linha), manobra e retoma na linha paralela. Com essa programação, a máquina segue o espaço certinho”, diz Ricardo Inassu, da Embrapa. Colheitadeira exposta na Agrishow, a maior feira agrícola do país Érico Andrade/G1 Isso explica também porque a adoção de máquinas com alto nível de automação ocorrem mais facilmente em lavoura de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar. Em áreas de café, por exemplo, os desníveis de terra dificultam o uso de alguns equipamentos. Desafios Protótipo da Case IH de máquina agrícola sem piloto Case IH/Divulgação A máquina agrícola sem motorista é considerada pelo mercado como uma “cereja do bolo”, porém existe ainda um longo caminho para que ela chegue até as fazendas do Brasil. Como serão os próximos anos do agronegócio? Previsões já existem, pode ser daqui 5 ou, no máximo, 10 anos, mas enquanto a legislação e a conectividade no campo não melhorarem, a “máquina do futuro” segue longe da lavoura brasileira. “A tecnologia (para automação completa) já existe, sem dúvida. Estamos prontos para lançar agora, mas o usuário não está pronto e a legislação não existe”, resume Maurício de Menezes, da John Deere. Globo Rural explica como deve ser a Fazenda conectada Como não existe nenhuma regulamentação sobre uso de veículos sem motorista no país, a principal discussão é sobre quem assume a responsabilidade em caso de acidente: a fabricante, o dono do equipamento, ou quem deu o comando para a máquina. Na outra ponta, a percepção das indústrias é de que o produtor rural ainda não viu a necessidade ou um ganho claro em ter uma máquina agrícola sem o operador. “Todo mundo quer uma máquina que consiga se autogerenciar, mas não fica triste de ter ainda um operador nela. Em vez de ir para algo totalmente autônomo, você começa a criar a automação de partes da máquina”, explica Silvio Campos, da Case IH. Outro motivo pode ser o receio do produtor rural de ter uma máquina andando sozinha pelo campo sem ter ninguém aparentemente no controle. "Um avião hoje tem todas as condições de voar sozinho, mas a gente se sente mais seguro com um piloto. É a mesma lógica”, acrescenta Silvio. Mais de 70% das propriedades rurais no Brasil não têm acesso à internet Neste cenário, a visão é de que quando a automação completa se tornar uma necessidade real é que será o momento em que a legislação vai avançar. “Quando o produtor vai se acostumando, ele busca o próximo nível. O que falta agora é adoção, quando a escala começar a crescer, a legislação aparece. Quando o usuário vê a necessidade, a legislação costuma vir depois, como foi o caso do Uber”, argumenta Maurício. Trator autônomo é capaz de executar ações com base em informações enviadas por câmeras Case IH/Divulgação A dificuldade do acesso à internet no campo também é um entrave, porém as próprias fabricantes oferecem serviços para que o produtor rural consiga expandir a conexão. Muitas vezes, existe internet apenas na sede da fazenda, mas equipamentos e as próprias máquinas agrícolas podem expandir o acesso por toda a propriedade. Isso torna a conectividade um problema até menor perto da demanda e da regulamentação dos autônomos. Futuro Todas as fabricantes ouvidas pelo G1 possuem protótipos de máquinas 100% autônomas. Porém, os testes ocorrem fora do país, normalmente na sede dessas multinacionais. No caso de caminhões também, a sueca Scania já apresentou seu conceito de caminhão sem piloto no ano passado (veja o vídeo abaixo). Veja como funciona um caminhão que dirige sozinho e não tem nem cabine A New Holland, outra multinacional do setor, criou em 2016 o modelo de um trator autônomo que dá a possibilidade de ter um operador dentro dela, porém a operação pode ocorrer sem ninguém na cabine. É um conceito que mistura o presente com o futuro. “O trator ajuda a reduzir os riscos associados a erros humanos, pois segue planos pré-determinados e otimizados para todas as atividades. É capaz de atingir níveis mais elevados de produtividade e eficiência do que os métodos tradicionais”, diz a empresa. Modelo de trator autônomo da New Holland ainda conta com cabine, sendo um híbrido entre o futuro e o presente New Holland/Divulgação As empresas ouvidas pelo G1 acreditam que, mais importante do que uma máquina sem piloto, é saber lidar com tantos dados que são gerados pelos equipamentos. Esse é considerado o próximo passo do segmento. “As máquinas geram os insumos mais caros da lavoura que são os dados. O desafio é que os agrônomos possam acessar esses dados e que repassem orientações para as máquinas, existe aí até uma oportunidade profissional para cientistas de dados nesta área”, diz Maurício de Menezes, da John Deere. Inclusive, os especialistas afirmam que a retirada do operador do veículo não deve diminuir os empregos no campo. A projeção é de que esses profissionais sejam remanejados, aos poucos, para as centrais de comando das máquinas, trabalhando na definição de rota e função de cada equipamento e na análise de métricas. “A máquina é também uma consumidora de dados, já temos ferramentas para transferir as informações, mas precisamos de conectividade, ter alguém remotamente analisando isso, alguém com visão gerencial”, afirma Niumar Aurélio, da AGCO. O custo de um equipamento 100% autônomo não deverá ser barato e, por isso, a adoção dele não deverá começar por produtores rurais, sendo mais provável que comece pelas grandes empresas do setor. “Essa tecnologias surgem com custos bastante elevados, algo que vai se vencendo com a demanda e, depois, vai ficando acessível. E, hoje, a necessidade não está tão forte. As máquinas de hoje têm cerca de 80% de autonomia. Nós oferecermos os itens que os clientes mais desejavam”, argumenta Silvio Campos, da Case IH. Drones, robôs e máquinas: tecnologia se expande no campo e aumenta a produtividade do agro Se ainda não existe uma data em que a máquina agrícola sem piloto vai chegar ao campo, uma coisa é certa: todas as fabricantes pensam no Brasil como um dos principais mercados para este produto. O motivo é claro, o país é um dos grandes players do agro mundial. “Brasil e a América do Sul são a bola da vez na nossa estratégia. Nossa parte autônoma é testada nos Estados Unidos, mas os olhos da agricultura estão no Brasil. Quando pensamos na tecnologia, pensamos que ela tem que funcionar aqui”, completa Maurício, da John Deere. Agro é tech... veja vídeos da indústria-riqueza do Brasil Initial plugin text

Segundo ranking da Bloomberg, fortuna do dono da Tesla chegou a US$ 115 bilhões na segunda-feira, desbancando o patrimônio de US$ 111 bilhões do CEO do Facebook. Foto de arquivo de janeiro de 2020 mostra o fundador e engenheiro-chefe da SpaceX, Elon Musk, discursa em uma entrevista coletiva pós-lançamento para discutir o teste de abortamento em voo da cápsula de astronauta Crew Dragon no Centro Espacial Kennedy em Cabo Canaveral, na Flórida, EUA Joe Skipper/Reuters/Arquivo O CEO da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, se tornou a terceira pessoa mais rica do mundo na segunda-feira (31), de acordo com a Bloomberg Billionaires Index, após as ações da Tesla Inc. terem subido até 12% nos Estados Unidos. O patrimônio líquido de Musk atingiu o valor de US$ 115 bilhões, ultrapassando, assim, a fortuna do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, de US$ 111 bilhões, que foi para a quarta posição do ranking. Neste ano, a fortuna de Musk registrou um aumento expressivo de US$ 76 bilhões, puxada pelas ações da Tesla, que avançaram mais de 475%, desde janeiro. Para se tornar a pessoa mais rica do mundo, porém, Musk ainda tem um longo caminho. Jeff Bezos, que está no topo da lista, alcançou no final de agosto um patrimônio de mais de US$ 200 bilhões, tornando-se a pessoa mais rica do mundo, segundo a Forbes. Centibilionários Na semana passada, o fundador da Tesla já havia se tornado um dos quatro centibilionários do mundo, termo usado para definir quem tem um patrimônio acima de US$ 100 bilhões. Nessa lista estão Bezos, Bill Gates e Zuckerberg. Os ganhos deles, porém, vão na contramão das perdas econômicas provocadas pela pandemia. Segundo a Bloomberg, as fortunas das 500 pessoas mais ricas do mundo aumentaram em US$ 809 bilhões somente em 2020, um avanço de 14% desde janeiro. Veja mais notícias sobre Tecnologia

Segundo presidente da empresa na América Latina, impacto tende a ser menor se ajuste de pessoal for adiado. Volkswagen adiou para 2021 três projetos que estavam previstos para 2020 Celso Tavares/G1 O presidente da Volkswagen na América Latina, Pablo Di Si, disse nesta sexta-feira (28) que a decisão por demissões nas fábricas da montadora no Brasil está sendo adiada para que o impacto seja o "menor possível". "O ajuste de pessoal é o último que nós vamos fazer. Não tenho dúvida que vamos precisar ajustar, mas o tamanho disso nós ainda não sabemos", afirmou o executivo. Di Si afirmou que, antes deste ajuste, projetos que são parte do plano de investimentos de R$ 7 bilhões previstos até o final de 2020 pela montadora no país foram adiados por causa da pandemia do novo coronavírus. Volkswagen Tarek no Salão de Xangai 2019 André Paixão/G1 Com isso, ficaram para 2021 lançamentos de modelos como o SUV Tarek, a Amarok com motor V6 mais potente e um outro projeto que o executivo não revelou qual é, mas que pode ser a picape média Tarok. Sindicatos dos metalúrgicos das cidades onde a Volkswagen tem fábrica no Brasil afirmam que a empresa apresentou uma proposta para cortar em 35% o número de trabalhadores no país, o que representa cerca de 5 mil trabalhadores. O presidente da marca afirmou que ainda não é possível dimensionar nem o tamanho e nem o momento que estes cortes vão acontecer. "Estamos adiando isso porque, quanto mais eu empurre uns meses para frente, mais chances eu tenho que o número seja menor. Espero até estar errado e nem precisar fazer esse ajuste", afirmou. Mercado Segundo Di Si, o impacto da pandemia no mercado tem sido menor em agosto. De janeiro a julho de 2020, a queda de licenciamentos de veículos da marca foi de 31% em relação ao mesmo período de 2019. Nos resultados parciais de agosto, a queda foi de apenas 3%. Mesmo com esta desaceleração na queda, o presidente da marca afirmou que o fechamento das fábricas durante a pandemia representou um forte impacto no caixa da empresa, e que os impactos no mercado devem ser sentidos por anos. "Essa é uma opinião geral no setor, que no melhor cenário o mercado se recupera em 2024 e no pior cenário essa recuperação chega em 2030", disse. Veja mais notícias da região no G1 Paraná.
Segundo o secretário estadual de Projetos, Orçamento e Gestão, Mauro Ricardo, crescimento expressivo dessas vendas decorre de fraudes. Pacote de ajuste fiscal de Doria enviado à Assembleia quer alterar regra para concessão do benefício. Governo de SP quer mudar regras de isenção do IPVA para carros de pessoas com deficiência O número de carros para pessoas com deficiência, conhecidos como PCD, vendidos no estado de São Paulo com isenções fiscais, aumentou 247% entre 2016 e 2019, segundo a Secretaria Estadual de Projetos, Orçamento e Gestão. Houve, nesse período, um salto de 29.455 para 102.092 veículos adquiridos por meio desses benefícios tributários. A compra de carros por pessoas com deficiência prevê uma série de isenções fiscais, como o IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados, federal) o ICMS e o IPVA, dois tributos estaduais. O pacote de ajuste fiscal proposto pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para 2021, e que começou a tramitar na Assembleia Legislativa do Estado (Alesp) nesta quarta-feira (19), prevê, dentre outras medidas, a retirada da isenção da cobrança de Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) a quem não tenha carro adaptados à condição. A ideia do governo João Doria é reduzir, com esse ajuste fiscal, um rombo de R$ 10 bilhões previsto para o orçamento do próximo ano. O pacote de medidas inclui, dentre outras medidas, o enxugamento da máquina, a partir da extinção de dez estatais, fundações e autarquias e o corte linear de 20% de todos os atuais benefícios fiscais concedidos a diversos setores da economia. De acordo com cálculos da Secretaria de Projetos, Orçamento e Gestão, entre 2016 e 2019, o valor anual da renúncia de IPVA, ou seja, o que deixou de ser cobrado desse tributo em razão da isenção para pessoas com deficiência, cresceu 144% (de R$ 232,4 milhões para R$ 567,3 milhões). Para o secretário de Projetos, Orçamento e Gestão, Mauro Ricardo, o crescimento significativo das vendas de carros para pessoas com deficiência não é normal. “O que está ocorrendo são fraudes. Verificamos uma quantidade enorme de sites espalhados pela internet oferecendo isenção na aquisição de veículo e isenção também em relação ao IPVA. É uma fraude contra a população de SP. Por isso, estamos agindo, reduzindo a possibilidade de fraude existente e dando àqueles que, de fato, necessitam, ou seja, Àqueles que necessitam de veículo adaptado", diz o secretário. Carros para pessoas com deficiência comprados com isenções fiscais no estado de São Paulo 2016 - 29.455 2017 - 52.116 2018 - 89.905 2019 - 102.092 (Aumento de 247% em relação a 2016) Fonte: Secretaria Estadual de Projetos, Orçamento e Gestão de São Paulo Renúncia com a isenção do IPVA para carros para pessoas com deficiência no estado de São Paulo 2016 - R$ 232,4 milhões 2017 - R$ 303,5 milhões 2018 - R$ 371,4 milhões 2019 - R$ 567,3 milhões (Alta de 144% em comparação com 2016) Fonte: Secretaria Estadual de Projetos, Orçamento e Gestão de São Paulo Governo do Estado envia à Alesp proposta que acaba com a EMTU e a CDHU Embate Para o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Carlos Moraes, a venda de veículos PCD tem crescido por causa da maior divulgação de informações a respeito de quem tem direito aos descontos na aquisição desses veículos. “As pessoas hoje têm mais informações a respeito da possibilidade de redução no custo da aquisição de um veículo, que oferece condições para o PCD”, diz. Ele é contra as mudanças para o IPVA propostas no ajuste fiscal do governador João Doria. "Nosso entendimento é que a necessidade quem define é o médico. Criar uma dificuldade, uma burocracia, pode prejudicar essas pessoas que precisam desse veículo. A opinião médica deve prevalecer. As pessoas que precisam têm dificuldade de usar o transporte público.” Moraes diz entender a dificuldade fiscal pela qual passam São Paulo e o país. Porém, de acordo com ele, há outras medidas de ajuste nas contas públicas a serem feitas. “A população PCD precisa de uma atendimento especial e a gente acha que tem de ter um benefício." Na opinião do secretário Mauro Ricardo, o posicionamento das montadoras decorre do interesse do setor em vender veículos, não importa se com ou sem isenções fiscais.

Sindicato dos Metalúrgicos abriu votação virtual nesta segunda-feira (24). GM propõe abertura de PDV e prorrogação de layoff Reprodução/TV Vanguarda Trabalhadores da General Motors (GM) votam nesta segunda (24) e terça-feira (25) as propostas da empresa para a abertura de um Plano de Demissões Voluntárias (PDV) e a prorrogação da suspensão temporária dos contratos (layoff) na fábrica de São José dos Campos. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, a votação segue aberta aos funcionários até às 16h de terça (25) no site da entidade. O sindicato afirma que negocia com a GM medidas para preservação dos empregos diante da crise causada pela pandemia. Caso a proposta de PDV da GM seja aprovada, o plano será aberto a trabalhadores de todas as áreas da fábrica. Os benefícios variam de acordo com o tempo de serviço de cada funcionário na montadora. Confira abaixo a tabela: 1 a 3 anos de fábrica: sem benefícios. 4 a 10 anos: 3,5 salários + 12 meses de convênio médico. 11 a 13 anos: 4 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 14 a 16 anos: 4,5 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 17 a 19 anos: 5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 20 a 22 anos: 5,5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 23 a 25 anos: 6 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. Acima de 26 anos: 7 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico Layoff De acordo com o sindicato, a GM também quer estender o layoff por mais dois meses. O atual terminaria em 12 de setembro. Caso seja prorrogado, passaria também para outubro e novembro, com 100% do salário líquido (R$ 1.813 pagos pelo governo e o complemento pago pela empresa). Caso a empresa avalie que o mercado não reagiu, seria feita uma nova prorrogação do layoff por mais cinco meses. Nesse caso, a GM arcaria com a íntegra do salário. Segundo o sindicato, cerca de 1,1 mil trabalhadores estão em layoff e 2,5 mil estão na fábrica. A unidade de São José dos Campos produz os modelos S10 e Trailblazer. Medidas da montadora Em nota, a GM informou que, desde o início da pandemia, "vem tomando uma série de medidas para, nesta ordem, proteger a saúde e segurança de seus empregados, fornecedores e parceiros, preservar empregos e garantir a sustentabilidade do negócio". Diante deste cenário, a empresa destacou que "vem utilizando mecanismos como redução de custos, postergação de investimentos, banco de horas, férias coletivas, redução de jornada com redução salarial e layoff".

De acordo com o levantamento semanal da agência, o valor médio do litro da gasolina ao consumidor subiu 0,8%, a R$ 4,268. O preço do litro do diesel avançou 0,3%, para R$ 3,374. Preços dos combustíveis subiram na semana passada Marcelo Brandt / G1 Os preços dos combustíveis para o consumidor voltaram a subir nesta semana, segundo balanço da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira (21). De acordo com o levantamento semanal da ANP, o valor médio do litro da gasolina ao consumidor subiu 0,8%, a R$ 4,268. O preço do litro do diesel avançou 0,3%, para R$ 3,374. O litro do etanol avançou 0,5%, a R$ 2,782. Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro Preço nas refinarias Petrobras anuncia aumento no preço da gasolina Nesta sexta-feira (21), a Petrobras aumentou os preços médios do diesel em 5% e os da gasolina em 6% em suas refinarias. A elevação do diesel, combustível mais consumido do Brasil, foi a sétima seguida. Já a gasolina teve o segundo aumento consecutivo, após uma redução no final de julho que foi antecedida por nove altas, conforme acompanhamento da Reuters com base em anúncios da Petrobras.

Interrupção vem após um juiz do estado norte-americano classificar motoristas como funcionários e não mais como trabalhadores autônomos. Uber e Lyft estão se preparando para suspender seus serviços de transporte na Califórnia a partir da manhã de sexta-feira (21), a menos que algum tribunal decida, de última hora, que as empresas não podem ser forçadas a tratar seus motoristas como funcionários, ao invés de trabalhadores autônomos. A Lyft afirmou em seu blog nesta quinta-feira (20) que suspenderá suas operações na Califórnia à meia-noite. A Uber disse em seu blog disse que deixará de operar temporariamente, a menos que o tribunal de apelações intervenha. A interrupção veio após um juiz na Califórnia dar ganho de causa a um pedido do Estado norte-americano para impedir que as empresas classifiquem seus motoristas como prestadores de serviço ao invés de funcionários. Uber disse em seu blog disse que deixará de operar temporariamente, a menos que o tribunal de apelações intervenha Luisa Gonzalez/Reuters As empresas buscam a intervenção de um tribunal de apelações para barrar uma liminar emitida por um juiz na semana passada, decisão que forçou as empresas a tratar motoristas como funcionários a partir de sexta-feira, mas Uber e Lyft disseram que levariam meses para implementar medidas para isso ocorrer. A decisão das empresas no estado mais populoso dos EUA marca uma escalada sem precedentes numa antiga disputa entre reguladores, sindicatos e empresas de serviços por aplicativos que transformaram os modelos tradicionais de emprego. A Califórnia representa 9% das corridas globais da Uber e dos pedidos do Uber Eats, mas gera quantia insignificante de lucro ajustado para a empresa. A Lyft, que opera apenas nos Estados Unidos e não tem uma unidade de entrega de alimentos, disse na semana passada que a Califórnia representa cerca de 16% do seu total de viagens. Ambas as empresas afirmaram que a grande maioria de seus motoristas não quer ser considerada funcionário. Também afirmam que seu modelo de negócios flexível sob demanda não é compatível com a legislação trabalhista tradicional e defendem o que chamam de uma "terceira opção" entre funcionários ou independentes. Lyft, Uber, DoorDash, Instacart e Postmates estão gastando mais de 110 milhões de dólares para apoiar um referendo que acontecerá em novembro na Califórnia, a Proposta 22, que concretizaria sua proposta para uma "terceira opção". Grupos trabalhistas rejeitam as alegações das empresas de que as leis atuais não são compatíveis com horários de trabalho flexíveis. Eles dizem que a aprovação da Proposta 22 criaria uma nova subclasse de trabalhadores com menos direitos e proteções. Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery

Sindicato dos Metalúrgicos vai colocar proposta da empresa em votação virtual na próxima semana. GM propõe abertura de PDV e prorrogação de layoff Reprodução/TV Vanguarda Trabalhadores da General Motors (GM) irão votar na próxima semana as propostas da empresa para a abertura de um Plano de Demissões Voluntárias (PDV) e a prorrogação da suspensão temporária dos contratos (layoff) na fábrica de São José dos Campos. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, a votação será online, com início às 8h de segunda-feira (24) e término às 16h de terça (25). O sindicato afirma que negocia com a GM medidas para preservação dos empregos diante da crise causada pela pandemia. Caso a proposta de PDV da GM seja aprovada, o plano será aberto a trabalhadores de todas as áreas da fábrica. Os benefícios variam de acordo com o tempo de serviço de cada funcionário na montadora. Confira abaixo a tabela: 1 a 3 anos de fábrica: sem benefícios. 4 a 10 anos: 3,5 salários + 12 meses de convênio médico. 11 a 13 anos: 4 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 14 a 16 anos: 4,5 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 17 a 19 anos: 5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 20 a 22 anos: 5,5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 23 a 25 anos: 6 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. Acima de 26 anos: 7 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico Layoff De acordo com o sindicato, a GM também quer estender o layoff por mais dois meses. O atual terminaria em 12 de setembro. Caso seja prorrogado, passaria também para outubro e novembro, com 100% do salário líquido (R$ 1.813 pagos pelo governo e o complemento pago pela empresa). Caso a empresa avalie que o mercado não reagiu, seria feita uma nova prorrogação do layoff por mais cinco meses. Nesse caso, a GM arcaria com a íntegra do salário. Segundo o sindicato, cerca de 1,1 mil trabalhadores estão em layoff e 2,5 mil estão na fábrica. A unidade de São José dos Campos produz os modelos S10 e Trailblazer. Medidas da montadora Em nota, a GM informou que, desde o início da pandemia, "vem tomando uma série de medidas para, nesta ordem, proteger a saúde e segurança de seus empregados, fornecedores e parceiros, preservar empregos e garantir a sustentabilidade do negócio". Diante deste cenário, a empresa destacou que "vem utilizando mecanismos como redução de custos, postergação de investimentos, banco de horas, férias coletivas, redução de jornada com redução salarial e layoff".